<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252</atom:id><lastBuildDate>Sun, 02 May 2010 16:14:35 +0000</lastBuildDate><title>PEDRA BRUTA</title><description>Blog do site SALMO133 - Pesquisas e Estudos Maçônicos</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (BLOG DO SALMO133)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>43</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-3790575514428360132</guid><pubDate>Sat, 06 Mar 2010 14:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-06T11:51:03.981-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><title>A Academia e os novos tempos</title><description>O século 21 trouxe uma necessidade ainda maior de se ampliarem os trajetos no sentido de que a Academia Brasileira de Letra seja mais vista e ouvida. Há - e está bem aos nossos olhos - uma geração que parece ter nascido com controle remoto e mouse à mão. Basta um clique e a tela muda. Portanto, é vital que nos afinemos com os moços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a adoção do alfabeto na Grécia antiga, passando pela invenção da imprensa com os tipos móveis do Renascimento, não há nada mais revolucionário do que a chegada do digital. Até ontem, por exemplo, toda plataforma para ler era modulada de forma passiva e indireta pela luz do sol ou pela lâmpada. Hoje, o fundo emite luz e nós teclamos sobre seu fluxo, e o fundo sobre o qual aparecem letras e imagens é fonte de luz ativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada anula a atração de elucidar o alcance dos novos usos. E uma Academia de Letras também está obrigada, na contemporaneidade, a refletir sobre linguagem e tecnologias, do contrário ficará como sombra, ao perder a fonte de irradiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia examina mais opções na internet, twitter, e-books e tudo mais que este século nos trouxer de novo. Independentemente do kindle, mesmo que se argumente que o leitor com ele se dispõe a carregar nas mãos 3.500 livros, e mesmo que exija pouco espaço para até milhares de livros, sabemos que não serão superados os incomparáveis prazeres táteis e cerebrais dos livros de papel. Ainda assim, claro está que, se não preenche o imaginário da leitura literária, não nos enganemos sobre a força que o e-book exercerá no futuro em relação ao livro didático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somente por isso, mas também, e principalmente, por isso, nós nos tornamos uma casa aberta a toda forma de cultura. Unir a literatura a todas as formas de manifestação cultural, como artes plásticas, desenho, cinema, música e teatro, entre muitas outras, mais novas ou não, é o objetivo da casa. Temos, de letras, o sentido das humanidades, não apenas o de letras literárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de um século separa as obras de um Degas, por exemplo, da era digital. No entanto, em muitos museus essas obras e a computação estão integradas em perfeita combinação artística. Especialistas temem que o homem esteja a inaugurar uma cultura autodestrutiva - uma cultura da incultura. É possível que haja nisso alguma razão. É também possível que haja nisso algum exagero. Mas uma coisa é certa: nada anula a atração de elucidar o alcance de novos usos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo presente nos põe em alerta sobre o que significam para a cultura as instantaneidades da comunicação. Diversidade cultural é fator de coesão, e não caminho de fragmentação. Cultura há de ser, portanto, a unidade dos momentos, o que é bem diferente de ser mera unicidade. Por isso pretendemos estabelecer de forma gradual, ininterrupta e coesa uma aliança com o País que ainda está chegando. Sem esse enlace, no futuro não haverá como preservar a tradição. Seremos pó. E as cinzas não aquecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia reivindica, por sua representatividade, que nada pode ser decretado no âmbito da cultura sem que passe pela nossa casa. Damos exemplos: direito autoral é assunto que deveremos afinar, a internet não pode aparecer como plataforma hostil ao arrepio dos direitos do usuário, a proteção à obra não pode inibir a sua apropriada divulgação no equilíbrio do interesse econômico e do interesse público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano a Unesco se dedicará ao que denominou "Ano da Aproximação das Culturas". Nada mais aliciante. A indiferença no que toca às diferenças culturais mata a capacidade de compreender. A diversidade é fator de enriquecimento mútuo. Nada de amnésia. A memória alimenta a capacidade criadora. Essa compreensão, esse conhecimento nos põem aptos a fazer da cultura um fator de emancipação, de descobrimento e de justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós nos orgulhamos muito de que a Academia seja em grande parte o contraste dentre dois homens inseparáveis: Machado de Assis, o humilde que se fez aristocrata das letras; e Joaquim Nabuco, que, pertencendo à hierarquia do Império, se fez humilde, para melhor escutar os gritos de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia comemorará, como não poderia deixar de fazê-lo, o centenário de morte de Joaquim Nabuco, com permanente curiosidade e completa empatia, tal como fez em relação a Machado de Assis. Estamos a promover ciclo de conferências e reedição de algumas de suas obras. Iremos a Londres e a Washington para comemorações especiais com a intelectualidade dessas cidades, nas quais serviu como embaixador. Nabuco, como homem público, é precioso emblema de ética na política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um operador da transformação social, trouxe o povo para o combate pela liberdade. Temos certeza, certeza acadêmica, de que os brasileiros estarão ainda mais convencidos da sabedoria dele, recordando o que, em 1909, escreveu no Diário pessoal: "O corpo pode ser demolido, não o seja nunca o espírito." E juntos atentaremos para a lucidez de quem, há cem anos, enxergando da vida o claro/escuro e mesmo já com a voz a falhar, segredou ao médico que o atendia: "Doutor, pareço estar perdendo a consciência... Tudo, menos isso!..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos certeza, também, à sombra desses dois exemplos clássicos, que aos intelectuais compete lutar para que se impeça concentração de poder, com amargo sabor totalitário. Democracia não é só o voto na urna, mas, igualmente, o acesso cotidiano à justiça e à repartição dos frutos do crescimento econômico e do desenvolvimento social. A Academia não se senta, nem se sentará, na plateia para se ausentar do palco. Sem deixarmos de ser gente, queremos ser a Academia. Não permitiremos a atitude tribal de fechar a casa. Há muito fizemos a abertura. Sua claridade tem de estar em movimento. Irreversivelmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Vinicios Vilaça é presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL) &lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100306/not_imp520338,0.php"&gt;&lt;strong&gt;Jornal "O Estado de São Paulo"&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-3790575514428360132?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/03/academia-e-os-novos-tempos.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-1860925909292430808</guid><pubDate>Sat, 06 Mar 2010 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-06T10:39:04.763-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>APML</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Erasmo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>São Paulo</category><title>Posse na APML - 27/2/2010</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/apml_logo-701258.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/apml_logo-701249.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Cerimônia de posse do novo presidente da &lt;strong&gt;A.P.M.L. - Academia Paulistana Maçônica de Letras&lt;/strong&gt;, Professor &lt;strong&gt;Shlomo Zekry&lt;/strong&gt;, dia 27/2/2010, orientada e presidida por um dos seus lídimos fundadores e presidente de honra da Academia,  Dr. &lt;strong&gt;Antonio Soares da Fonseca&lt;/strong&gt;, que depois de eximia condução dos trabalhos ritualísticos e elaborada oração passa a palavra ao presidente da gestão cessante Dr. &lt;strong&gt;L. Dalton&lt;/strong&gt;, para a referida transmissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, instado pela presidência faz uso da palavra o past-Presidente Professor &lt;strong&gt;Erasmo Figueira Chaves&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos que presidem e compõem a mesa, produzindo esta egregora tão propícia, inspiradora e essencial, os meus parabéns! Ao novo e ao Past-presidente imediato o meu abraço e votos de plenitude e felicidade no desempenho de seus ideais maçônicos.&lt;br /&gt;Uma palavra legítima de congratulação e identificação com este momento solene, que envolve inapelavelmente os destinos e significado de nosso sodalício, desejo prazeirosamente proferir, pois trata-se com justiça de reconhecer, de enaltecer, consagrar e ressaltar a missão e sentido da significativa  A. P. M. L. e sobretudo aos ideais que a movem, expressos nas “letras” de sua significativa e titular definição: “&lt;strong&gt;Academia Paulistana Maçônica de Letras&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;As letras de nossa agremiação não são, nem podem ser quaisquer letras, letras corriqueiras, comuns, vulgares, destituídas do espírito samaritano reparador e construtor, mas certamente são e serão sempre as letras Maçônicas, cristalinamente testemunhais, aquelas que produzem bons frutos, oriundas da alma, mente e coração, cultivadas como um todo harmônico na verdade de fatos concretos, transparentes, translúcidos, límpidos instrumentos e bons documentos, letras abrigadas e latentes num corpo material mas passageiro, missionário e etéreo, DNA traiçoeiro quando não avisa seu possuidor, administrador da transcendência de sua realidade terrena e passageira, letras que Só  são imortais quando eivadas de destinos grandes e  princípios salutares, cônscias, construtivas, exemplares,  expressivas, significativas para a construção da pedra polida, brunida, luzidia, que antes era bruta e rugosa, como a pedra bruta em que Miguel Angel visualizava,  previa que naquela brutalidade, o maciço de pedra bruta,  a “Pietá” lá estava dentro, “bastava apenas lapidar-lhe os excessos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letras enfim que constituem palavras, palavras que representam gestos, perfis e atitudes, atitudes, expressões, sutilezas, parágrafos, preciosidades oriundas contudo do ser material evolutivo concreto, mas veículo poderoso, instrumental, imaterial, transcendente e civilizador, que da perfeita consciência da  animalidade histórica original que o constitui, se torna evolutivamente a expressão da vontade transcendente da criação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letras, letras de humildes pedreiros construtores de ogivas materiais, inspiradas no entanto nas linhas ogivais das mãos postas em oração , oração latente, permanente, constante,  residente nos ocultos escaninhos de neurônios bem computados, cuidadosa e constantemente alimentados e, na magnificência  de  coração sensível aos acordes do bom senso e do bem comum,  na ação esperançosa transcendente e dignificante, obediente à culta  inteligência e à razão evolutiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As letras e atos maçônicos precisam estar imunes às influências e contaminações externas de uma civilização espúria, mas contrariamente precisam e devem significar testemunho cristalino, transparente e influência eficaz aos costumes deletérios e comportamentos nefastos externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nessa realidade transcendente em que o nosso ilustre irmão Ruy Barbosa, “batalhou o bom combate” durante toda a sua brilhante e significativa vida. Por esses ideais estrebuchou em certo momento histórico de nosso país. Meu comentário se insere e identifica respeitosamente, com a expressão de repúdio ao nefasto tão espontaneamente manifesto por Ruy, em suas sentidas palavras de cidadão moralmente ofendido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação! Educação! Educação ! é o que clama a nação !!! . . .  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são as “Letras” que aspiro e propugno para nossa Academia Paulistana Maçônica de Letras”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão Ruy Barbosa: Uma benção. Paladino inconfundível, espírito de justiça, expressividade altruísta e patriótica. Vida totalmente dedicada a construir civilidade, cidadania e civilização. Cabal testemunho de integridade e clarividente inteligência. Um grito de virilidade e lucidez intelectual. Lamento lúcido, conspícuo, espontâneo, sincero de dor que não abala  mas afirma lapidarmente profundas, apropriadas e muito pessoais convicções: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“. . . De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar¬¬-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;Ruy Barbosa – 05/11/1849-01/03/1923&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“. . . A pátria não é ninguém: são todos; e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à idéia, à palavra, à associação. A pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo: é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. Os que a servem são os que não invejam, os que não infamam, os que não conspiram, os que não sublevam, os que não desalentam, os que não emudecem, os que não se acobardam, mas resistem, mas ensinam, mas se esforçam, mas pacificam, mas discutem, mas praticam a justiça, a admiração, o entusiasmo. Porque todos os sentimentos grandes são benignos, e residem originariamente no amor. . .”&lt;/em&gt;  Ruy Barbosa: Palavras à Juventude&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUE MARAVILHOSA CONCEPÇÃO DA DEMOCRACIA REPUBLICANA ! . . .   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos nós “imortais” das letras maçônicas ser coadjuvantes e instrumentos na sua difusão? . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto esta insigne figura, maravilhoso exemplo de nossa história e incomensurável valor cultural, embora presidindo em frio bronze o plenário do nosso Congresso Nacional, não consegue impregnar os congressistas,  com o seu vital exemplo, espírito lúcido, sentido de missão,  justiça e palavra mensageira edificante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. . .  (Aliás,quando Ruy Barbosa declarou: &lt;em&gt;“a justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada”&lt;/em&gt; sequer imaginou a falência moral em que seu País um dia fosse mergulhar.). . .&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outro maravilhoso irmão, no vigor de sua juventude aos 24 anos, mais um entre tantos maçons ilustres, tem a coragem e a dignidade de elevar sua voz clamando e chamando a atenção do todo poderoso José Bonifácio, amigo, ministro e conselheiro do Príncipe e Rei, envergonhado e indignado contra o sistema que permitia o tráfico de escravos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Andrada, tira esse pendão dos ares&lt;/em&gt;”!!! . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coragem, coragem, coragem, autoridade moral, testemunho e ação !!! . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atmosfera de corrupção e desastres políticos e administrativos por que passa a nação, qual o desafio que se nos apresenta, como representantes das letras maçônicas? Qual o dever ou contribuição que nos é requerida ou de nós esperada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito, qual era a atmosfera da realidade sociológica imperante nos idos tempos da era Camoniana?  Luiz Vaz de Camões,  estruturador, depurador da nossa língua, a maravilhosa língua portuguesa com que nos comunicamos e com ela elaboramos, idealizamos, nos realizamos, dizia, em singelos e corajosos versos,  à época dos descobrimentos, lá pelos idos de 1550:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. . . “&lt;strong&gt;Ao desconcerto do Mundo&lt;/strong&gt;” . . .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Os bons vi sempre passar&lt;br /&gt;No mundo graves tormentos,&lt;br /&gt;E para mais me espantar&lt;br /&gt;Os maus vi sempre nadar&lt;br /&gt;Em mar de contentamentos.&lt;br /&gt;Buscando alcançar assim,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “bem” tão mal ordenado&lt;br /&gt;Fui mau, mas fui castigado.&lt;br /&gt;Assim que só para mim, &lt;br /&gt;anda o mundo concertado!”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; . . . &lt;br /&gt;Luiz Vaz de Camões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansada está a nação de ver-se constantemente retratada nessa injusta, nada instrutiva pedagogia e confusão desconcertante, nessa autofagia de conceitos entre princípios e regras, produzindo-se o constante deprimente conflito, soberanamente injusto e frustrante sentimento  do cidadão comum, em que por mais que faça e imite o comportamento geral, na cândida intenção de acerto, admitido como razão consensual, na ausência de orientação confiável e Rumo Certo, não deixa de errar constantemente e sentir compungido, triste e  profundamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;que só para mim, anda o mundo concertado!”. . .  &lt;br /&gt;e só ele portanto castigado! . . . &lt;br /&gt;. . . “O favor com que mais se acende o engenho,&lt;br /&gt;Não no dá a Pátria, não,&lt;br /&gt;Que está metida no gosto da cobiça e na rudeza&lt;br /&gt;De uma agastada, insana e vil tristeza” . . .&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;Luiz Vaz de Camões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Agastada, insana e vil tristeza&lt;/em&gt;” numa época de esplendor  advinda dos descobrimentos, em que Portugal dominava as rotas marítimas e o comércio mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, mas a bendita ou melhor dizendo, a maldita, maldita e eterna corrupção, grassava então como agora, impedia vôos do espírito de justiça e fraternidade para todos igualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quem estava falando, com suas mensagens o grande vate? Apenas a  seus contemporâneos ? Ou suas mensagens encerram conspícua lealdade a princípios eternos que sempre se esquecem, ou jamais se aprendem de  geração após geração? Não está falando-nos pessoalmente hoje? Podemos nós maçons e literatos  contribuir de alguma forma para modificar esse status? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espelhemo-nos e inspiremo-nos no espírito do grande maçon e literato que foi Ruy:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;. . . “Porque todos os sentimentos grandes são benignos, e residem originariamente no Amor” . . .&lt;/em&gt;(Ruy Barbosa – oração aos moços) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Amor fraterno para com a humanidade, paralelamente ao amor fraterno entre irmãos. Amor que nos impele à ação da coragem, do alerta, da admoestação, da sinalização de escolhos, para a correção de rumos. Amor que nos leve intima e categoricamente a saber que não se pode servir a dois senhores ao mesmo tempo. Amor que nos inspire à palavra de contemporização, sempre que a mesma conduza à verdade,à justiça, ao perdão aspirado e à bondade inconfundível desejada, sem qualquer hipocrisia ou cálculo malsão. Amor que em si é autoridade moral. Amor que  impregna a alma, a mente e o corpo, inspira a ação apropriada, necessária e de bem fazer. Da mesma forma que a essência do bem sublime da cidadania, da fraternidade e do bem comum, se insere e aufere do extrato essencial  do samaritano cristianismo que nos foi ensinado pelo Mestre dos mestres no Sermão da Montanha: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;. . . “Haveis ouvido que foi dito – olho por olho e dente por dente,- mas um novo mandamento vos dou:Amai-vos uns aos outros” !!! . . .&lt;/em&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Erasmo_08022005_HomeLibrary_02-700064.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Erasmo_08022005_HomeLibrary_02-700017.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erasmo Figueira Chaves&lt;br /&gt;Past-Presidente da A.P.M.L.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-1860925909292430808?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/03/posse-na-apml-2722010_06.html</link><author>noreply@blogger.com (Erasmus de Cabreúva)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-161320490984563116</guid><pubDate>Fri, 05 Mar 2010 03:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-05T07:45:28.202-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Locais</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EUA</category><title>Washington, DC</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s4Ov_BqeI/AAAAAAAAHXs/DszAtmHqLM0/s1600-h/IMG_1471.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s4Ov_BqeI/AAAAAAAAHXs/DszAtmHqLM0/s320/IMG_1471.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443506400657517026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos um final de semana inesquecível. A viagem de carro desde Roanoke, VA, até Washington, DC, foi muito agradável e descortinamos o tempo todo uma paisagem nevada. Visitamos alguns dos principais pontos turísticos, andamos de Metro e pé. Conhecendo um pouco mais da bela capital americana, mas de olho aberto para eventuais pistas de "O Simbolo Perdido"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s4nshH1BI/AAAAAAAAHX0/f6v5OcumrmQ/s1600-h/IMG_1515.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s4nshH1BI/AAAAAAAAHX0/f6v5OcumrmQ/s320/IMG_1515.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443506829223515154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s7BRIvaCI/AAAAAAAAHYE/Rt0C_SqyJO8/s1600-h/IMG_1417.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s7BRIvaCI/AAAAAAAAHYE/Rt0C_SqyJO8/s320/IMG_1417.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443509467573348386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s60_G8lKI/AAAAAAAAHX8/MOVRLUfaYqc/s1600-h/IMG_1413.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s60_G8lKI/AAAAAAAAHX8/MOVRLUfaYqc/s320/IMG_1413.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5443509256575554722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem da navegação estelar: o sextante&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-161320490984563116?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/03/washington-dc.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S4s4Ov_BqeI/AAAAAAAAHXs/DszAtmHqLM0/s72-c/IMG_1471.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-5968564858115612008</guid><pubDate>Sat, 13 Feb 2010 00:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-12T23:02:13.396-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Liderança</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EUA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Pesquisa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Instrução</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Estudo</category><title>A Broken Wall Street</title><description>A mensagem "Uma Wall Street Quebrada" (vídeo abaixo) foi apresentada no sábado passado, dia 6 de Fevereiro, e faz parte de uma série de cinco estudos sôbre aspectos importantes da vida e da cultura americana que estão sob forte pressão nos tempos atuais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido-o, você prezado visitante do BLOG &lt;strong&gt;PEDRA BRUTA&lt;/strong&gt;, à assistir a série completa (que em breve estará em um link facilitador do acesso). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. &lt;strong&gt;Ed Yong&lt;/strong&gt; é o pastor líder da &lt;a href="http://www.second.org/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;2a. Igreja Batista em Houston, Texas.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="394" height="222" align="middle"&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#cccccc" /&gt;&lt;param name="align" value="middle" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="type" value="application/x-shockwave-flash" /&gt;&lt;param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;param name="FlashVars" value="xmlfile=http://www.second.org/pages/flash/mediaitem.aspx?MID=3f5ae2c3-c02a-41da-afa3-4b9a21469e6b&amp;xmlfiletype=Default" /&gt;&lt;embed src="http://www.second.org/flash/photoalbums/mediacenter.swf" quality="high" bgcolor="#cccccc" width="394" height="222" align="middle" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" FlashVars="xmlfile=http://www.second.org/pages/flash/mediaitem.aspx?MID=3f5ae2c3-c02a-41da-afa3-4b9a21469e6b&amp;xmlfiletype=Default" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para visulaizar outros vídeos, clique no link abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.second.org/en/Woodway/MediaCenter/Messages/Sun930AM.aspx&gt;A Broken Wall Street&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posted using &lt;a href="http://sharethis.com"&gt;ShareThis&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-5968564858115612008?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/02/broken-wall-street.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-7690760030657753041</guid><pubDate>Sat, 06 Feb 2010 20:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-06T18:50:38.864-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AMIL</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Estudo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Erasmo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>UrbiEtOrb</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>U R B I    E T    O R B I</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/PMBreast-743533.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 140px; height: 200px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/PMBreast-743531.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Banner_Urbi_5_p-706497.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 221px; height: 320px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Banner_Urbi_5_p-706496.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o nome que se quis dar à nossa querida novel Loja simbólica, na qual destacados maçons convictos e dedicados, ao fundá-la, querem significar sua pessoal identificação  e perfeita consciência dos tremendos desafios e apelos que em nossa época pululam em profusão imediata e incontrolável, ao nosso redor, em nossa cidade, em nosso país e no mundo inteiro. São os mesmos apelos manifestos através dos tempos  na cidade, no campo e no tempo Universal sem fronteiras, na ansiedade e  expressão evolutiva e construtiva de Alma, Corpo e Mente em equilíbrio harmônico potencialmente perfeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cidade e o Mundo, “Urbi et Orbi” na dimensão e percepção generosa do espírito, do atento, favorecido  intelecto, a escrutar,  perscrutar, em silente consciência e meditação sobre os problemas candentes, vitais e urgentes que têm  acompanhado a história do homem e  da humanidade desde os primórdios da civilização,  fatos históricos iniludíveis, repetitivos, resquícios nefastos que ainda permanecem atávicos à realidade humana em todo o lugar,  ecos do canto dolente do velho carro de bois na era da Internet, do foguete e da velocidade comunicativa que entretanto, rara e surpreendentemente  comunica devidamente conteúdo transcendente e edificante algum, digno de real apreço, admiração e correspondente respeito,  fatores que nem sempre têm recebido da sociedade organizada e responsável a prioridade, a consideração exigida pela consciência moral, ética, religiosa, objetiva, dita civilizada, culta ou esclarecida, que pretende transformar apenas epidermicamente cruas, irresponsáveis e pérfidas inconsciências. Crescem na realidade as inconsciências e as inconsistências, mermam  as consciências e as  coerências.  Na realidade, tem-se praticado sempre, e  pratica-se em geral,  um tal  comportamento ufanista,  impregnado de pretensa “vantagem” a qualquer custo, do que é ou parece prático, não necessariamente lícito, mas egocentricamente útil e bom, de um sôfrego imediatismo, de uma maneira direta de proceder, sem necessária ponderação, medições ou rodeios.    Ensoberbece-se o espírito com as  maravilhosas conquistas científicas, tecnológicas,  em todas as áreas do conhecimento humano, mas toma-se limitado tempo à edificação do espírito e do pensamento, decide-se com facilidade, e como se decide . . ., em completa independência, com rapidez em dimensão eletrônica,   assumem-se posições, às vezes as mais radicais,  opta-se fácil, simplória e  impulsivamente por assumir partido, a favor ou contra isto ou aquilo, em aparente domínio de estranha e exagerada soberba e pretensa “sabedoria” ou negativamente assume-se posição cômoda e “prudente” em cima do muro,  em   assoberbadas e equivocadas decisões e prioridades,  que afastam  a humanidade e o indivíduo do diálogo leal ideal confiável,  de apurada consciência e  coerência para explicar-se a si mesmos devidamente, individual e coletivamente, o fenômeno natural ou sobrenatural  quanto sociológico  da vida, da nossa indiscutível origem e animalidade,  da natureza dadivosa e bela,  da vida animal e  da humana em particular, tão rápida e curta, e apesar de tanta e esbanjada sabedoria ou conhecimento, ainda uma incógnita,   sua adequada e responsável vivência, seu papel no limitado e certo compasso pendular do relógio biológico e a sua pretensa inevitável e ansiada transcendência. Quando e como ter e dar respostas inteligentes, adequadas, oportunas, conscientes num mundo que se tornou pequeno, ao mesmo tempo lento para o óbvio progresso do espírito do bem e da bondade e,  rápido demais para o nefasto, por mais que achemos maravilhoso o fenômeno globalizante das comunicações tecnologicamente perfeitas mas mal administradas,  em sua maioria carentes de espírito, de conteúdo dignificante, edificante. É o que advertimos no espírito inquiridor do prefeito da cidade de Jerusalém que indaga argutamente angustiado e atônito: “...esperamos demais para fazer o que é preciso ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã. Enquanto lamentamos que a vida é curta, agimos como se tivesse-mos à nossa disposição um estoque inesgotável de tempo.". . .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A globalização e liberalização, como motores do crescimento econômico e o desenvolvimento dos países, não reduziram as desigualdades e a pobreza nas últimas décadas, segundo livro divulgado neste sábado pela ONU (Organização das Nações Unidas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação, que leva o título "Flat World, Big Gaps" (Um Mundo Plano, Grandes Disparidades, em tradução livre), foi editado por Jomo Sundaram, secretário-geral adjunto da ONU para o Desenvolvimento Econômico, e Jacques Baudot, economista especializado em temas de globalização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a ciência jactanciosa,  pela boca de alguns cientistas como Brian Greene, sentem-se satisfeitos em afirmar que “ Deus Não existe”, porque não podem prová-lo científicamente,  embora sua  “Teoria das Cordas” que busca unificar as fôrças da natureza, tema em que também se envolveu Einstein,  após quase 50 anos de exaustivas e mirabolantes pesquisas, que consomem gigantescas somas de dinheiro, não passa todavia de mera crença e teoria, contestada contudo por outros colegas notáveis cientistas.  O homem foge da religião e cria outras tantas religiões num mundo mágico onde tudo é permitido  .  O problema, segundo outro grande cientista que “não  crê” na  badalada “Teoria das Cordas” é que “é uma perda de tempo enorme” e segundo afirma em seu livro “Not even Wrong” = “Nem errado é”  e de tão ruim  jamais poderá ser testada na prática.  “ As cordas descolaram do mundo real”. Ou seja estamos neste caso no mundo da metafísica ou da religião, afinal negada por cientistas apressados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São ansiedades constatadas,  perscrutadas aqui e ali, isolada ou coletivamente, apenas dos fenômenos globalizados, sentidos no imediatismo da Urbe, incongruências, crenças e descrenças em nossa cidade e na Órbita de um mundo global  que afinal se move, sem sabermos exatamente para onde ou si se move apenas mecanicamente ou por inércia, deixando ainda atônitos os conspícuos e sérios pesquisadores, cultores de intelecto, de ciência e das coisas da matéria e do espírito transcendente, como aconteceu ao grande gênio Galilleu, no século XVI , fatores reais de vivência  constatáveis em pleno século XXI,  que nos obrigam em alguns casos claramente identificáveis ainda a permanecer  na indecisão e impossibilidade de confessar verdades descobertas, convicções candentes da alma, do espírito, da mente  ou do intelecto, cuidados rigorosos ao definir VERDADES ou a argutamente ignorá-las por prudência, à espera, à espera, à espera constante e indeterminada do tempo apropriado,  em forçada obediência a nefastos e alheios  interesses esdrúxulos, escusos, velados, ignorantes,  incultos ou inconfessáveis. Soam terrivelmente a meus ouvidos as palavras de Stephen Hawking , o gênio inglês da física e da astrofísica, quando pergunta: “sobreviveremos?”  “Como poderá sobreviver a raça humana por mais cem anos, diante de problemas tão sérios como a guerra, o terrorismo, a violência, a corrupção, a poluição, o efeito estufa e outras ameaças, em um mundo que se transformou em verdadeiro caos político, social e ambiental ?” . . .   Que diz a cidade e o mundo a tudo isto?  Que teremos nós a dizer, cidadãos de uma impressionante metrópole, conspícuos maçons,  conscientes intérpretes, cultores da mente e do espírito,  tão preocupados e sensibilizados com ela e com o mundo em que milagrosamente ainda vivemos, que teremos nós a testemunhar por meio da nossa já tão aprofundada e  acarinhada fé no G:.A:.D:.U:. e,  agora por meio da  simbólica Loja “URBI ET ORBI” a que pertencemos,  recente e auspiciosamente formada? Que temos a dizer sobre o recente e espantoso crime perpetrado pela irracionalidade animal de seres insensíveis, assassinos cruéis do indefeso menino João Hélio? Que cidade e que mundo podemos admitir, quando fabrica ou produz tal animalesca insensibilidade?  Que diz o ateísmo científico a estas realidades?  Os problemas e desafios são mais graves do que parecem. São muito mais graves e sérios ! . . . São na realidade Dantescos para os que verdadeiramente se atrevem a meditar e a dialogar com eles.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma de suas profundas e independentes reflexões, John Gray, atual consagrado cientista , filósofo e pensador inglês, professor de “Pensamento Europeu” na London School of Economics, colunista do Jornal britânico The Guardian e autor de numerosos trabalhos e livros de premente atualidade, diz em  “Cachorros de Palha”:  “. . . é uma estranha fantasia supor que a ciência possa tornar racional um mundo irracional, quando o máximo que ela poderia um dia fazer seria dar uma nova aparência à loucura usual”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. . . “As cidades por todo o planeta da órbita terrestre, são tão artificiais quanto colméias. A Internet é tão natural quanto uma teia de aranha.   Nós próprios somos artifícios tecnologicamente inventados por antigas comunidades de bactérias como forma de sobrevivência genética, como escreveram Margulis e Sagan: somos uma parte numa intrincada rede que vem desde a tomada original da terra pelas bactérias. Nossos poderes e inteligência não pertencem especificamente a nós, mas a toda a vida.”  . . . “Talvez o que distingue os humanos de outros animais é que os humanos aprenderam a se agarrar mais abjetamente à vida. Os gregos e os romanos preferiam a morte a uma vida sem valor.  . . . Algumas verdades  não podem ser ditas senão como ficção . . .  Uma das poucas afirmações, feita por um escritor, poeta e pensador europeu, ( Fernando Pessoa) de que a morte dos humanos não é diferente da de outros animais,  aparece sob a autoria do heterônimo Bernardo Soares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se considero com atenção a vida que os homens vivem, nada  encontro nela que a diferencie da vida que vivem os animais. Uns e outros são lançados inconscientemente através das coisas e do mundo; uns e outros se entretêm com intervalos; uns e outros percorrem diariamente o mesmo percurso orgânico; uns e outros não pensam para além do que pensam, nem vivem para além do que vivem. O gato espoja-se ao sol e dorme ali. O homem espoja-se à vida, com todas as suas complexidades, e dorme ali. Nem um nem outro se liberta da lei fatal de ser como é.” . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinçamos acima frases e pensamentos de gente objetiva, profunda, cientifica e intelectualmente dotada e embasada,  a quem lhes resulta difícil admitir  outra postura  que não a de que o animal homem com sua racionalidade e “inteligência” é o único animal afinal que destrói a casa onde vive. É o aqui, o agora e a realidade,   que o homem projeta através dos tempos.  Parece não haver lugar para a transcendência nem qualquer oportunidade para dialogar com a dimensão e significado do G:.A:.D:.U:.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mundo irracional em que a guerra parece ser a mais legítima e constante vocação humana e, o instrumento mais “adequado” para “impor” a paz, desde os primórdios da civilização, mundo em que a ciência afinal não nos dá qualquer esperança a não ser a realidade concreta e fria da objetividade racionalista,  resta-nos apenas a humildade  da fé transformadora  e formadora da consciência que cultivamos, comandada e exigida pelo G:.A:.D:.U:. quando proclama :  “Haveis ouvido  que foi dito, olho por olho e dente por dente, mas um novo mandamento vos dou, amai-vos uns aos outros” ! . . .  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quando a humanidade se conscientize da necessidade  de “nascer de novo”  poderá dar sentido, esperança  e resposta às suas indagações sobre a realidade circundante e o futuro destino humano.  Uma cultura científica apenas,  não ensina ao homem o que deve fazer; não o ajuda a obter uma visão da vida como um todo.  Diz-lhe apenas como é que ele pode TER número crescente de coisas, enquanto que o seu problema real, é um profundo senso da necessidade de SER alguma coisa.  No mundo “democrático” dos nossos dias, não existe uma grande idéia, racional ou religiosa, à qual se presta fidelidade comum e que, por seu caráter luminoso, esclareça a significação da vida e proveja a força para palmilhar trilhas da mesma.  Fora as histórias críticas da filosofia e as filosofias sugestivas da história, a única coisa que se deixou na cultura democrática com semelhança de opinião mundial é a filosofia da liberdade. Mas esta filosofia da liberdade, este vestígio esquecido de grandeza intelectual, no fundo, não é mais do que liberdade negativa, a proclamação de liberdade política sem implicação de responsabilidade moral. O que se proclama é liberdade de alguma coisa e não liberdade para alguma coisa ou em alguma coisa; e tal liberdade não é a que é somente, a verdadeira liberdade: visão abrangente  do todo, sujeição, cativeiro inevitável ao ETERNO.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande parte da responsabilidade da desmoralização reinante nas relações humanas dos nossos dias, é que o ódio e a vingança têm dominado a política nas relações entre os diversos grupos humanos. A “inimizade” tem sido dominante e progressiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Urbi et Orbi” , palavras que formam um sentido muito particular  de dimensão transcendente, que fazem parte tradicional da  benção do soberano pontífice da Igreja católica romana, para indicar que esta benção, oferecida em suas enciclicas e pastorais,  se estende ao Universo inteiro, num anseio autêntico de edificação e paz.  Entretanto, não entremos a examinar tantas das incongruências humanas que historicamente também pululavam e impregnavam a humana vivência no universo da cidade Santa, que contudo enviava suas profundas considerações e preocupações divinas nas  mensagens de esperança e fé a todo o ORBI.  E como “slogan” Urbi et Orbi  tem pleno sentido e apelo in loco e universalmente.  Também encontramos “URBI ET ORBI”, usado ligeiramente  como clichê de bom marketing, na identificação pública de  Agências de viagens, e de um sem número de projetos culturais, pesquisa, ou diversão popular, encontráveis facilmente em breve pesquisa Google, a quem possa interessar-se.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para nós, maçons convictos do poder da fé transformadora, seguidores da inspiração que nos provê o G:.A:.D:.U:. ;  URBI ET ORBI, expressa com audácia, valor, arrojo, ousadia intrepidez fundamentalmente  amor, a oferecer e a semear consciência e anseio transformador do bem, oferecido a todos os que desejem comungar a santa esperança da fé, do trabalho iluminado e sua transcendência, confiança na melhoria das condições de vida para o aprimoramento do comportamento humano, evidentes clara e  principalmente em nosso propósito,  testemunho e vida pessoal. “URBI ET ORBI”,  por extensão, quer dizer por exemplo publicar, testemunhar, difundir, por toda a parte, Urbi et Orbi, mensagem de paz e edificação para todos, transformação do ego negativo em ego construtivo coletivo. Do eu ao nós, do meu ao nosso ! . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do individual ao coletivo.  Tão bem expresso na formosa mensagem do “Sermão da Montanha” acima referida:  “Haveis ouvido que foi dito, olho por olho e dente por dente, mas um novo mandamento vos dou, amai-vos uns aos outros” ! . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tremenda  e imensa responsabilidade então recai sobre nossos limitados e modestos ombros, ao perfilharmos para nossa querida  Loja Simbólica tão significativo e desafiante nome:”URBI ET ORBI “ !. . .  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão ampliada do Todo !!!   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somente o uso adequado da maravilhosa faculdade de ver o imediato do nosso dia, da nossa casa, da nossa rua, dos nossos vizinhos, da nossa cidade, do nosso país, do mundo imediatista que nos rodeia sob o prisma de ego inculto e prevenido,  mas o Todo Universal  que só a distância, a visão generosa da mente e   do espírito conseguem divisar no globo azul  a pairar nesse imenso e incrível Universo, templo de realidades dantescas e também transformadoras de transcendência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estou entretanto profundamente convicto, ser certamente da vontade do G:.A:.D:.U:.  que este tremendo e sério desafio  seja feito e sobretudo aceite de bom grado por nós em plena consciência, como humildes discípulos obedientes e de fé inabalável, que nos faça aparecer distintos e inconfundíveis ante a  mera irracionalidade animal reinante, ante a carência geral da importância e dimensão dessa conscientização moral e ética que nos desafia e  rodeia localmente, aqui,   em nossa cidade, em nosso país, em nossas instituições públicas e privadas, em muitos lares e lugares, e infelizmente, generalizadamente, no mundo inteiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada  cidade e no mundo,  URBI ET ORBI,  crescem e proliferam os aspectos nefastos de uma civilização que se deteriora passo a passo, dia a dia,  tendo chegado a um ponto de mutação ainda de incógnita, como prevê Fritjop Kapra,  onde sem luz e sem esperança, angustiadamente,  clamam por Justiça os desamparados, os desprotegidos, os inconsolados, os carentes, ilúcidos e mal informados ou mal conduzidos, os miseráveis, os com fome, os efetivamente sem terra, os  esfarrapados, os manipulados, as vitimas da ignorância crassa, os eternamente incultos e costumeiramente confusos,  os incompreensivelmente inconscientes, os pobres de espírito, os dotados de espírito mas discriminados, os atonitamente incompreendidos, os confundidos e deploráveis fofoqueiros e mentirosos, propagadores de ignorância e má fé,  os ausentes de fé e convicção, a própria maltratada e sacrificada natureza tão claramente ameaçada de morte irreversível, e com ela a nossa “inteligente e racional” civilização,   ansiando todos  mitigar apenas sua angústia e perplexidade, à espera constante de  sentido para uma vida deprimente, dependente como sempre de caridade samaritana regularmente  ausente,   vegetativa sempre, cumulativa de angústias, simulacro de vida cheia e plena de esperança corriqueira apenas,  mas esperança afinal de que a  angústia e ansiedade do dia seguinte seja um pouco menor que a presente, no cego mundo, depressivo,  aviltante , de escasso estímulo edificante, vingativo, acusador e fatalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a voz, a atitude, a consciência,  o testemunho,  a ação dinâmica da Loja “URBI ET ORBI”, que agora nasce florescente e calidamente nos abriga,  imbuída e inspirada do melhor propósito de bem fazer, ao afirmar a fé em postulados transcendentes de superação e realização, vontade de conhecer, pesquisar, estudar para melhor confirmar e testemunhar  a  crença e a comunhão do espírito,  de crer para acertadamente agir, de agir para ser acreditada por seu testemunho e realizações, na lealdade indestrutível de quem tem fé inquebrantável, verdadeira, rumo certo,  na vastidão e amplitude do título que ostenta, a afirmar um perfil inconfundível de caráter,  sob a  égide  de uma grande Ordem maçônica que é a GLESP, com a visão da cidade e do mundo em que habitamos, para honra e glória dos ideais que ousamos cultivar, que respeitamos e tanto amamos, para que esta jovem Loja simbólica possa a par da grandeza, do bombástico significado e dimensão do seu nome, com imparcial sentido de justiça,  probidade e testemunho, sem deixar jamais de ponderar o bem comum, o respeito essencial e vital entre seus componentes,   a fraternidade e o amor, ressaltando e cultivando impreterivelmente o conjunto dos valores que promovem a dignidade, a coerência proba, com a  propriedade, elevação, modéstia, dotes,  dons, méritos, carência ou  potencialidade de seus membros,  de suas reais condições humanas; materiais, intelectuais, morais e éticas, para se tornarem vocacionados “semeadores” de fé, caridade, esperança, verdadeiros “pescadores de homens” na expressão bíblica,  capacitados  a semear e estender o bem, a bondade, a fraternidade e o amor sem fronteiras, dispostos a combater o “bom combate”, com inteligência sem perder jamais a noção transparente da beleza e da verdade, para que no bulício e desafios da “URBI ET ORBI” possam  demonstrar  com  exemplo cristalino, feérico  e regular,  verdadeira identificação e constância,  afirmando a nossa crença numa transcendência e destino cósmico espiritual de perfeição e bondade eternas, ditada e exigida pelo G:.A:.D:.U:. na fraternidade indestrutível do Espírito Santo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para que todos sejam um”.  “João 17:21”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/DSC02654-742076.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/DSC02654-742015.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Erasmo Figueira Chaves&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Past Msster da ARLS "Luz de Luxor", No. 531 / GLESP&lt;br /&gt;Membro Fundador da ARLS “Universirária Urbi ET Orbi", No. 657 / GLESP&lt;br /&gt;Past Presidente da Academia Paulistana Maçônica de Letras&lt;br /&gt;Presidente da AMIL “Academia Maçônica Internacional de Letras”&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-7690760030657753041?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/02/u-r-b-i-e-t-o-r-b-i.html</link><author>noreply@blogger.com (Erasmus de Cabreúva)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-5245235252617327394</guid><pubDate>Sun, 24 Jan 2010 17:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-24T16:41:22.474-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Trabalho</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Revolução Francesa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sociologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Pesquisa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ética</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>A IDÉIA DE IGUALDADE</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Masonaria_2-703110.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 181px; height: 320px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Masonaria_2-703106.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A sutileza do pensamento consiste&lt;br /&gt;em descobrir a semelhança das &lt;br /&gt;coisas diferentes e a diferença &lt;br /&gt;das coisas semelhantes.         &lt;br /&gt;                                    Montesquieu &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target=_blank" href="mailto:efig2005@gmail.com"&gt;e. figueiredo (*)&lt;/a&gt;                                                                 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tido que a maioria das pessoas tem intuições igualitárias.  Mas é no Maçom que encontramos essa percepção clara mais arraigada, porque na Maçonaria a Igualdade é cultivada, vez que, todos são iguais perante o Grande Arquiteto do Universo. &lt;br /&gt;Provavelmente, o lema emancipador e regenerador que identifica a  Sublime Ordem (Liberdade, Igualdade, Fraternidade), reforce a tendência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarrece-nos, sobremaneira, como algo errado ou não incontestavelmente correto, o fato de presenciarmos pessoas com pouco enquanto outros desperdiçam.  Não deixa de ser desconfortável ver alguém nas condições inferiores à nossa, quando poderia estar igual ou até melhor.  A idéia de Igualdade dos homens assenta em que todos eles são entes humanos, portanto, em semelhanças indiscutíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal conceito consta no vigésimo segundo Landmark, quando cita que “todos os Maçons são absolutamente iguais...”, baseado no fato da Igualdade de todos os seres.  Entre os Maçons não se utiliza do tratamento de professor, doutor, comendador, desembargador ou qualquer outro título em suas apresentações.  Quem assim age, está contrariando os princípios da Ordem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por acaso que as três palavras do trinômio Maçônico caminham juntas, apesar de ser inteiramente falso que esse trinômio seja de origem Maçônica.  Não se sabe ao certo quanto ao aparecimento da trilogia, mas é creditada ao Antoine-François Mamoro (1756-1794), um dos principais editores de imprensa do período da Revolução Francesa, que teria criada em 1791, e fez escrever nos edifícios públicos.  O brado, nesse fato, evidencia a situação pela qual a França passava naquela época.  O clamor ainda se faz necessário, em termos universais, pois Liberdade, Igualdade e Fraternidade são mais necessários do que nunca, na medida em que o irracionalismo, a religião fundamentalista, o obscurantismo e a barbárie estão cada vez mais avançando sobre nós.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução Francesa introduziu na mente das pessoas o conceito de racionalismo, desde o sistema métrico, mais exato que as medidas vigentes, em pés, polegadas, etc., à idéia da Liberdade e Igualdade, dosada com Fraternidade, porque Igualdade não existe, ou seu simulacro, se não formos fraternos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução não foi feita ou liderada por um partido ou movimento organizado, no sentido moderno de conflitos bélicos.  O que houve foi um surpreendente consenso de idéias gerais entre um grupo social muito coerente, que deu ao movimento revolucionário uma unidade efetiva.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre essas idéias as intuições igualitárias prevaleciam e eram difundidas pela Maçonaria e associações informais, o que nos permite considerar que os filósofos foram, em parte, responsáveis pela Revolução.  Certamente, a Revolução Francesa teria ocorrido sem eles, mas os filósofos constituíram a diferença entre um simples colapso de um velho regime e a sua substituição rápida e efetiva por um novo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua forma geral, a ideologia de 1789 era a Maçônica, expressa com tão sublime inocência na Flauta Mágica, de Wolfgang Mozart (1791), que teve um papel apologético junto à sociedade.  Especificamente, as exigências foram delineadas na famosa Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, proclamada em 26 de Agosto de 1789, cujo documento é um manifesto a favor de uma sociedade hierárquica de privilégios nobres, e não um manifesto a favor de uma sociedade democrática e igualitária, como era desejável.  “Os homens nascem e vivem livres iguais perante as leis”, dizia seu primeiro artigo, mas a Declaração também prevê a existência de distinções sociais, ainda que “as distinções sociais não podem ser fundamentadas senão sobre a utilidade comum”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o oposto do mundo do Antigo Regime, baseado na desigualdade social, no Absolutismo de direito divino e nas restrições econômicas do Mercantilismo.  A Revolução Francesa é um fato histórico, para sempre registrado na História, irreversível e imutável, entretanto, seu entendimento ainda gera polêmicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A IGUALDADE, consagrada pela instituição Maçônica como um dos seus pontos diretivos capitais, ao lado da LIBERDADE e FRATERNIDADE, constitui princípio de ordem compreensivo de múltiplos significados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No lema da Maçonaria, IGUALDADE é a mais importante entre as três palavras, contudo, não deixa também de colidir com as outras duas, LIBERDADE e FRATERNIDADE.  Isto é, juntos ou separados representam os mais importantes ideais da Humanidade, e que não à-toa foram abraçados pela Maçonaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente, do espectro ideológico, a IGUALDADE pode ser reconciliada com a LIBERDADE, que somadas resultam a FRATERNIDADE, que flui naturalmente.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A todos (principalmente aos Maçons !) deve ser restaurado o valor de Igualdade e acomodá-lo à responsabilidade pessoal, sem fugir dos outros dois ideais.  Se negligenciarmos a Liberdade e a Fraternidade (que têm significado iniciático), a Igualdade (que contém uma idéia de equilíbrio) acabará não tendo razão de ser.  A importância da Igualdade está estribada na Liberdade, que induz à Fraternidade naqueles que possuem o discernimento das contradições que acontecem com a Humanidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três princípios, apoiando-se mutuamente, são solidários entre si.  Sem a coexistência deles o edifício social ficaria incompleto, pois a Fraternidade praticada em sua pureza requer a Liberdade e a Igualdade, sem as quais não será perfeita.  Com a Fraternidade, o homem saberá regular o livre arbítrio, enquanto que sem ela a Liberdade deixará as rédeas soltas às más paixões, que desenfrearão, porque o homem só se educa para a Liberdade na medida em que aprende a construí-la.  A Igualdade sem Fraternidade levaria às mesmas conseqüências, porque a Igualdade exige Liberdade para poder existir em sua plena consecução.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, os princípios da Liberdade e de Justiça (denominação que muitos acham mais correta para Igualdade) só podem ser conciliados se houver, antes, um princípio de Fraternidade patente.  Entretanto, é utópico esperar que a Humanidade um dia seja diferente.  Porém, nada impede que os Maçons, lutem para que tal objetivo seja alcançado.  Nesse contexto, pode-se compreender o vínculo do amor fraterno e da confiança mútua, entre os que já se consideram iguais, que a Maçonaria procura estabelecer junto aos seus membros, para que estes absorvam o real sentido da “Obra Maçônica”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual Igualdade procuramos ?  Procuramos a Igualdade de previdência social e a Igualdade de oportunidade.  A primeira, entendemos como o prazer e a satisfação.  Todavia, uma igual satisfação dificilmente pode ser considerada a Igualdade que se quer atingir, se ela puser os caros desejos de alguns no mesmo nível das modestas reivindicações de outros.  Oportunidade seria como o próprio nome diz, ou, aquela eqüidade que tem como pressuposto o respeito à Liberdade alheia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação de Igualdade, dada pelo comunismo primitivo, está descartada, porque, além de não ter sido a Igualdade sonhada, frustrou o princípio de Liberdade.  George Orwell foi muito feliz em seu livro, Revolução dos Bichos, quando retrata, em meio à estória, uma das  personagens citando que “todos são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros...”, fazendo uma analogia ao regime da época da então União Soviética, que pregava a Igualdade em seu país.  No conceito de Orwell, tal Igualdade não passaria por um teste de cobiça, cujo resultado acabaria com os desejos pelo patrimônio alheio.  Os recursos teriam seu custo avaliado em termos de oportunidade social:  o valor de um patrimônio dependeria do valor que tiver para os demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregar a Igualdade, defender a eqüidade com fundamento moral, só tem direito de fazê-lo àqueles que praticam a Liberdade, sendo falsa e dúbia toda e qualquer pregação que se faz dela se é negada aos outros.  Entende-se, pois, que nada é mais hipócrita do que a defesa dos princípios com Liberdade, Igualdade e Fraternidade, apregoados pelos estadistas que não os praticam, e o que é pior, os negam !  São os que estão fantasiados de libertários, que são na verdade liberticidas.  Liberticidas são aqueles que não admitem o valor da Liberdade e, como a desprezam, contribuem para destruí-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens nascem diferentes, mas com direitos iguais de oportunidade e de justiça.  Paralelamente, a Maçonaria reconhece que todos os homens nascem iguais e as únicas distinções que admite são o mérito, o talento, a sabedoria, a virtude e o trabalho.  A Igualdade, que expulsa a discriminação, é o pilar indestrutível da divisa histórica, que é o trinômio da Maçonaria, que tem, em seu Obreiro, um libertário por excelência, pois ele prega, pratica e cultua a Liberdade, que, juntamente com a Igualdade, proporciona a Fraternidade, que tem um sentido mais específico que solidariedade, entendendo como um relacionamento mais amplo entre os homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito da Maçonaria é, essencialmente o espírito de Liberdade e da Fraternidade, o espírito de libertação mental, o espírito do progresso e da solidariedade.  Com esses espíritos, a Sublime Ordem sempre preconizou as reformas que conduzem ao triunfo de um dos seus princípios fundamentais, que é o princípio da Igualdade, cuja preocupação conduz o Maçom ao ideal de Igualdade de recursos, que por sua vez está associado a legitimidade política.  Os Maçons, entre si, tratam-se por “Irmãos”, e, tratar alguém de “Irmão” é tratar de igual para igual, é querer para ele o mesmo que para si.  Mas é necessário que o tratamento de “Irmão” saia do coração e seja real...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um regime que não demonstra igual preocupação em relação a todos os cidadãos é para a Maçonaria uma tirania.  Não existe a possibilidade de recursos iguais serem impostos por um ditador, mesmo que ele seja benevolente.  Muitos países cantam a Igualdade e a Liberdade nos hinos patrióticos, e, são celebrados nas palavras dos humanistas e consagradas nas constituições, todavia, demoram a realizar-se na prática, preservando tão somente como um valor eminentemente retórico.  A Liberdade, que a Sublime Ordem se declara, é a de consciência, que considera “a chave da abóbada do comportamento Maçônico”, que está profundamente apegado a um conceito de ação progressiva; e, isso assegura um caráter de instituição sensível à evolução social e à defesa dos valores morais explícitos.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria necessária u’a nova revolução nas atitudes e motivações individuais para alcançarmos a Igualdade ?  Não se quer uma Igualdade formal, perante a lei.  Como posicionamento constitucional, todos os países democráticos a tem.  Não bastam as leis !  O que se pensa é na Igualdade que a consciência moral impõe diante das desigualdades do mundo.  E, antes de tudo, é em nosso interior que devemos travar a luta para procurar uma solução para a relação entre igual e diferente.  Se as pessoas, principalmente os Maçons, rejeitarem o princípio de Igualdade, sua sociedade nunca será justa e muito menos perfeita... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Revolução Francesa – Edição Istoé/Senhor&lt;br /&gt;   Cocuzza, Felippe, - A Maçonaria na Evolução da Humanidade&lt;br /&gt;      Grainha, Manuel Borges – História da Franco Maçonaria em Portugal &lt;br /&gt;         Hosbawm, Eric J. – A Era das Revoluções&lt;br /&gt;            Mellor, Alec – Dicionário da Franco-Maçonaria e dos Franco-Maçons&lt;br /&gt;               Nogueira, Octaciano – Libertários e Liberticidas (crônica)&lt;br /&gt;                 Orwell, George – A Revolução dos Bichos,&lt;br /&gt;                     Scantimburgo, João de – O Brasil e a Revolução Francesa&lt;br /&gt;                        Seminário de Mestres Maçons -1980 – Ponta Grossa pr &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(*) E. Figueiredo - é jornalista - Mtb 34 947 e pertence ao&lt;br /&gt;      CERAT - Clube Epistolar Real Arco do Templo  /  &lt;br /&gt;      Integra o GEIA –  Grupo de Estudos Iniciáticos Athenas / &lt;br /&gt;      Membro da  Confraternidade Mesa 22, e é&lt;br /&gt;      Obreiro da ARLS Verdadeiros Irmãos– 669 (GLESP) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Oh ! Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum !”&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-5245235252617327394?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/01/ideia-de-igualdade.html</link><author>noreply@blogger.com (BLOG DO SALMO133)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-4173189139357557600</guid><pubDate>Sat, 23 Jan 2010 06:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-06T18:52:28.031-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amor fraternal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Haiti</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poesia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Erasmo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Meio Ambiente</category><title>HAITI, JANEIRO DE 2010</title><description>&lt;a href="http://i.cdn.turner.com/cnn/2010/WORLD/americas/01/22/haiti.updates.friday/t1larg.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 640px; height: 360px;" src="http://i.cdn.turner.com/cnn/2010/WORLD/americas/01/22/haiti.updates.friday/t1larg.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tremor&lt;br /&gt;Terror&lt;br /&gt;Temor&lt;br /&gt;Horror,&lt;br /&gt;Fome e sede material,&lt;br /&gt;Fome e sede de justiça ! . . . &lt;br /&gt;Tragédia! . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haiti,&lt;br /&gt;Ai de Ti,&lt;br /&gt;“Por ti suenan las campanas”&lt;br /&gt;HAITI,&lt;br /&gt;Ai dor,&lt;br /&gt;Ai por ti, sofrido Haiti,&lt;br /&gt;Pelos gemidos e gritos,&lt;br /&gt;Pela devastação sem fim,&lt;br /&gt;Amargor&lt;br /&gt;Escabroso e dantesco do que vi ! . . . &lt;br /&gt;Ai , Haiti ! . . . &lt;br /&gt;Ai ti, Haiti, - Ai de Ti&lt;br /&gt;Ai mi, Haiti, - Ai de Mim&lt;br /&gt;Ai de ti, de tua angústia,&lt;br /&gt;Ai, Ai , Ai,&lt;br /&gt;Ai de Ti, &lt;br /&gt;Ai de “nosotros”,&lt;br /&gt;De quantos sentem e clamam&lt;br /&gt;Por paz e misericórdia, HAITI, JANEIRO DE 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tremor&lt;br /&gt;Terror&lt;br /&gt;Temor&lt;br /&gt;Horror,&lt;br /&gt;Fome e sede material,&lt;br /&gt;Fome e sede de justiça ! . . . &lt;br /&gt;Tragédia! . . . &lt;br /&gt;Haiti,&lt;br /&gt;Ai de Ti,&lt;br /&gt;“Por ti suenan las campanas”&lt;br /&gt;HAITI,&lt;br /&gt;Ai dor,&lt;br /&gt;Ai por ti, sofrido Haiti,&lt;br /&gt;Pelos gemidos e gritos,&lt;br /&gt;Pela devastação sem fim,&lt;br /&gt;Amargor&lt;br /&gt;Escabroso e dantesco do que vi ! . . . &lt;br /&gt;Ai , Haiti ! . . . &lt;br /&gt;Ai ti, Haiti, - Ai de Ti&lt;br /&gt;Ai mi, Haiti, - Ai de Mim&lt;br /&gt;Ai de ti, de tua angústia,&lt;br /&gt;Ai, Ai , Ai,&lt;br /&gt;Ai de Ti, &lt;br /&gt;Ai de “nosotros”,&lt;br /&gt;De quantos sentem e clamam&lt;br /&gt;Por paz e misericórdia,&lt;br /&gt;Ai de todos quanto sentem&lt;br /&gt;O sentir do desespero,&lt;br /&gt;De quem querendo ajudar&lt;br /&gt;Não pode sequer andar,&lt;br /&gt;Ai dos que vêem além&lt;br /&gt;Mas não prevêem aquém !  . . . &lt;br /&gt;Ai dos que choram e rangem sentindo seus próprios dentes&lt;br /&gt;Ante a injustica real  do que não podem fazer,&lt;br /&gt;Ai, Ai , Ai, . . .&lt;br /&gt;Ai, ante o irremediável da perda de todos os entes queridos,&lt;br /&gt;Ai dos pobres e não pobres, todos os sãos e não sãos, martirizados,&lt;br /&gt;Desse país das Antilhas-Caraíbas, submetido eternamente às fôrcas imponderáveis &lt;br /&gt;indomáveis da bruta energia acumulada, contida nas placas tectônicas geológicas da natureza e, dos homens impedernidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haiti, País sofrido, dorido, tolhido, preterido, cujo povo e sua humanidade &lt;br /&gt;Não vislumbra, não atina&lt;br /&gt;Razão plausível para seu  histórico  e constante sofrimento &lt;br /&gt;De toda a ordem,  social, cultural, político, como anátema implacável, de que resulta &lt;br /&gt;perene  e enorme castigo,&lt;br /&gt;E agora de novo  a crua e insistente dureza da indomável, imprevisível, apocalíptica e pétrea natureza,&lt;br /&gt;Terrivelmente castigados por “crimes” que não praticaram, muito além da&lt;br /&gt;Extrema pobreza  endêmica, material, cultural e sociológica.&lt;br /&gt;Outra era a promessa luminosa dos primeiros dias de sua gloriosa independência, rica de bens e perspectivas,&lt;br /&gt;Foi das primeiras colônias das Américas a abolir a escravatura, cem anos antes de que o Brasil o fizera, das primeiras a afirmar a sua&lt;br /&gt;SOBERANIA&lt;br /&gt;Ao  liberar-se da colonização francesa,&lt;br /&gt;Para naufragar na cíclica instabilidade que  desde então premeia seus mal afortunados destinos,&lt;br /&gt;Seguiram-se governacões, deposições, revoluções, alternações de poder que contemplaram  codícia internacional, paixões polítcas internas,  suspeição de manipulação de eleições,&lt;br /&gt;Depois de  cair às mãos das ambições desmedidas e fantasias ilimitadas da dinastia tirânica dos Papa  Doc e Baby Doc  da vida, oportunistas ditadores oligárquicos absolutistas&lt;br /&gt;E, logo submetidos à tirania e barbárie dos terroristas, os terríveis protetores do pretenso governo, ou desgoverno, os famosos tontons Macoutes {bichos papões) e outros simulacros de ditadura de plantão ou erráticos visionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Oh Deus, Oh Deus onde estás, onde te escondes?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode o Diabo ser tão poderoso, independente, arguto e astuto, que na medida em que se sente igualmente ignorado, mas não combatido por ética e comportamento  vital responsável de uma humanidade fictícia, aparece sempre, ágil e lampeiro a cada esquina? . . .  Pode? . . . &lt;br /&gt;Puede? . . . &lt;br /&gt;Pode um povo ser condenado a ser apenas vitima e a depender perenemente da caridade internacional? Pode? . . . &lt;br /&gt;Puede? . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode a esmola verdadeiramente construir e criar dignidade, ser mais efetiva e importante que a  EDUCACÃO ? . . . Pode? . . . &lt;br /&gt; Puede? . . . &lt;br /&gt;Há lugar para a esperança? . . .   Há? . . . &lt;br /&gt;Hay? . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solidariedade internacional em meio a essa catástrofe e tragédia, na emocão da acão e razão humanitárias, parece sutil e autenticamente sugerir que sim ! . . .  &lt;br /&gt;Esperancosos, soam samaritanos, os altruísticos versos&lt;br /&gt;De  José Martí,&lt;br /&gt;O libertador da vizinha Cuba, da região das Antilhas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cultivo uma rosa blanca&lt;br /&gt;Em Julio como en Enero&lt;br /&gt;Para el amigo sincero&lt;br /&gt;Que me dá su mano franca.&lt;br /&gt;Y para El cruel que me arranca&lt;br /&gt;El corazón con que vivo&lt;br /&gt;Ni cardo o urtiga cultivo,&lt;br /&gt;Cultivo  uma rosa blanca!”. . .  (José Martí)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, Haiti &lt;br /&gt;AI, TI – Ai de Ti&lt;br /&gt;AI, MI – Ai de Mim  &lt;br /&gt;HAITI !!! . . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Erasmo_08022005_HomeLibrary_05-782483.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Erasmo_08022005_HomeLibrary_05-782423.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erasmo Figueira Chaves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cnn.com/video/#/video/world/2010/01/22/watson.haiti.radio.cnn" target="_blank"&gt;Radio HAITI&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-4173189139357557600?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/01/haiti-janeiro-de-2010.html</link><author>noreply@blogger.com (Erasmus de Cabreúva)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-2851208305353786298</guid><pubDate>Fri, 22 Jan 2010 05:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-23T01:11:48.241-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amor fraternal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>virtudes</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Instrução</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cristianismo</category><title>Vamos tomar um café juntos?</title><description>&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S1k0Bib22II/AAAAAAAAHMQ/7lXXo7ryUWM/s320/PICT0016.JPG" border="0" alt="Com Papai, na Ponta da Praia - Santos, SP" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429428026800003202" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h6&gt;"O único modo para ter um amigo é ser um amigo".&lt;br /&gt;Ralph Waldo Emerson&lt;/h6&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias atrás recebi um e-mail com uma mensagem nos despertando para a importancia de reservamos um tempo para cultivar as nossas amizades. Passamos horas e horas fazendo as mais diversas coisas, especialmente aquelas que precisamos e gostamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi então olhar o assunto um pouco mais de perto. E, claro, trocar uma idéia com você, meu amigo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo por mim, já vou deixando claro. Mas se você concordar e até acrescentar, será melhor ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as que gostamos, algumas delas temos dificuldade de realizar. Por exemplo, mandar um e-mail especialmente escrito para um amigo é tarefa fácil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou melhor, é e não é! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero dizer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...depende!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for um simples repassar de e-mail é fácil. Apenas eliminar endereços anteriores e selecionar para quem irá ser encaminhado como cc (cópia oculta...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora escrever um texto especial é um pouco mais dificil. Requer um motivo pois, na maioria das vezes, só o "simples" motivo de amizade não é assim tão motivador... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hummm...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, já sei! Aniversários! É isso!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramba, pensando melhor sabe que não sei as datas de aniversário da maioria dos meus amigos (xiii, nem mesmo dos parentes mais próximos...)! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a vida é tão corrida, sabe como é, né? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montar uma agenda não é assim tão simples... Na próxima virada de ano uma das minhas metas pessoais - &lt;em&gt;prioridade 0&lt;/em&gt; - será começar um tremendo agendamento. Todos os aniversários devidamente inseridos no calendário do Google ou no do Yahoo ou quem sabe no meu futuro i-Phone G5!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ta bem, va lá, que seja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser na minha agendinha de bolso ou de mesa mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK. Pensando bem, quem sabe telefonar para bater um papo com um amigo de vez em quando acho que será mais fácil... Não precisarei da tal agenda. Mas, tem um probleminha: qual o melhor horário e o preço do minuto não está biscoito não... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, de qualquer modo é apenas uma questão de escolher o como e um pouco de organização! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitar? Aí fica realmente bem mais dificil. A logistica, o dia, o horário... esta vida moderna é fogo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, nestas alturas, você pode estar pensando, e a tal mensagem que despertou todo este blá, blá, blá? Onde está? E o convite para o tal cafézinho?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, então aí vai ela (a tal mensagem):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor então pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A areia  preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudantes riam da situação, quando o professor falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.&lt;br /&gt;As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A areia representa todos as pequenas coisas.  Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude.&lt;br /&gt;O mesmo ocorre em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto é apenas areia."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caro amigo&lt;/strong&gt;, tenha um excelente e abençoado dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se possível , programe-se para escrever um e-mail para um amigo, telefonar para outro, visitar os que estiverem mais próximos (especialmente os idosos e os enfermos) e, mais importante, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ore por todos êles!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarei aguardando com muita emoção o dia em que novamente poderemos tomar um cafezinho juntos, após um delicioso almoço ou jantar e celebrar mais uma vez a nossa amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu abraço afetuoso para você, meu especial amigo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 304px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S1n5jb7VYwI/AAAAAAAAHM0/wi_WwlV0g6s/s320/Kleber+SF+Nov+2008_.jpg" border="0" alt="Com Kleber, em Brasília, DF" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429645212959204098" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-2851208305353786298?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/01/vamos-tomar-um-cafe-juntos.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PCYqcYhIdXg/S1k0Bib22II/AAAAAAAAHMQ/7lXXo7ryUWM/s72-c/PICT0016.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-4749399982474672884</guid><pubDate>Fri, 22 Jan 2010 02:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-24T14:18:10.482-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Locais</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amor fraternal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Haiti</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>São Paulo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sansão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>HAITI</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 456px; height: 87px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Album/VSansao.png" border="0" alt="Ir. Valdemar Sansão" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h6&gt;&lt;center&gt;&lt;a target="_blank" href="mailto:vsansao@uol.com.br"&gt;&lt;em&gt;Ir. Valdemar Sansão(GLESP)&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/h6&gt;&lt;br /&gt;Com o coração sobressaltado vimos a agonia que Porto Príncipe, Capital do Haiti apresenta. Acompanhamos com muito pesar e lágrimas, o desespero, emoção, tristeza e dor desses Irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leigo no assunto, entendemos que no fundo do mar, forças internas geológicas se movem e, conforme  a massa terrestre resiste, liberam forças extraordinárias, submetendo-as a tremores e abalos na superfície,  ou seja, terremotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entardecer da 3ª feira (12/01), de repente o chão começou a sacudir furiosamente.  Estrondos, rachaduras, vidro quebrado e  abafado  pelo desmoronamento de  telhados,  paredes ruindo,  caindo,  desabando  para  dentro  dos  prédios  inteiros com seus andares afundando uns sobre outros, reduzidos a escombros, formando montanhas de tijolos quebrados, madeira entre nuvem grossa de poeira, sobre a avalanche. Gritos de dor, pessoas correndo em fuga desesperada, tentando sair dos prédios, com sangue correndo das feridas abertas, fraturas à vista, gritando alto, chorando, pedindo ajuda para suas dores e tristezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas meio soterradas implorando socorro aos que procuravam abrigo. Outras, sem esperar ordens, começavam a escavar os montes de destroços, com as mãos nuas, pedaços de paus, usados como alavancas, tomando cuidado para não causar novos  desmoronamentos, seguindo a vibração do som abafado dos pedidos de ajuda entre vozes que saiam dos escombros que podiam ouvir ou sentir em seus corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamente as vítimas espremidas rogando por socorro e homens pedindo silêncio para que continuassem falando e   pudessem chegar até elas entre milhares de mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso soldado, abraçado ao seu fuzil, de joelhos, estendendo sua mão e agarrando a de uma mulher soterrada, grita: “ela está viva, ela mexe a mão e pede água, ajudem...” Era uma enfermeira; três dias enterrada viva; o militar a retira. Enquanto o tempo passava, muitas vozes que pediam ajuda se reduziam e sumiam totalmente. Horas depois homens e mulheres continuavam cavando e  ouviram o choro fraco  de uma criança. Fazendo silêncio, chegaram a certo ponto do monte de escombros e começaram a cavar.&lt;br /&gt;Outros se juntaram para ajudar. Era um bebê que gritava mais alto. Por fim, avistaram o corpo de um homem enterrado, curvado para proteger o filho dos destroços que caíram sobre eles. Vimos em grande parte da cidade,  as paredes tombando, esmagando e soterrando quem estava  nos prédios, nas  casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  tubulações de água e esgoto se rompendo,  postes de luz  tombando,  fios soltando faíscas e fumaça. Cheiro forte de gás espalhado na atmosfera. Postos de combustíveis em chamas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos a cidade mergulhada na confusão e na desordem. Vimos pais com filhos agonizantes no colo pedindo ajuda, compaixão e misericórdia a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu irmão, entendemos seu desespero e sua dor que também é nossa. Contudo isso não foi obra de Deus, mas da Natureza. E a natureza tem as suas próprias leis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, se nos fosse possível fazer uso da razão, se tivéssemos equilíbrio para sermos coerentes, em vez de perguntar: “Por que eu?”, deveríamos perguntar: “Por que ainda estou vivo? -  Talvez Deus o queira vivo para usar cada momento de dor como oportunidade para que aprenda as lições?”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada erro é uma  ocasião para corrigir rotas; cada fracasso   uma chance para ter mais coragem. Nas vitórias, somos amantes da alegria, nas derrotas sejamos amigos da reflexão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é o verdadeiro milagre. Deus sabe o destino de cada filho. Santificado possa ser eternamente o Seu nome!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre milhares de haitianos mortos, não sabemos quantos, há milhares de pessoas desaparecidas e é difícil saber exatamente quantos de nossos compatriotas lá se encontravam. Além de inúmeros militares feridos, o falecimento da eminente Dra. Zilda Arns Neumann, fundadora e diretora da Pastoral da Criança.  Vimos esse grande espírito, mulher serena que foi pregar o Amor na terra da desavença, do padecimento, liderando sua própria emoção, jamais abriu mão da luta em prol  do desejo de doar-se, de sacrificar-se  pelos carentes, pela construção da Paz no mundo. Dra. Zilda, rogo a graça divina de sua bênção!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós que dedicamos nossa juventude e mais de três décadas de serviço ao Exército brasileiro, sabemos quanto árduas são as tarefas do militar que, correndo riscos, expõem sua saúde, sua vida, o vigor de sua mocidade, cumprindo fielmente missões, participando com grandiosidade das tarefas e deveres que enobrecem e dignificam nossa nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim foi em Guararapes; nos campos da Itália, mortalha de heróis da F E B. Foi em 1935,foi a partir de 1957, com o  Batalhão Suez, participando de inúmeras e destacadas Missões de Paz da ONU. Assim foi em todas as ocasiões que a democracia foi ameaçada.  O sangue do soldado brasileiro foi derramado. São heróis esquecidos aos quais a nação lhes deve eterna, e muitas vezes negada, gratidão. E agora o terremoto do Haiti ceifou mais vidas desses heróis que foram levados para o túmulo, no cumprimento de mais uma missão. Quatorze corpos de  militares do Exército já foram encontrados. Ainda tentam encontrar quatro desaparecidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez “Missão cumprida”, bravos Soldados do Brasil. Minha respeitosa continência !.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos mais pobres com a tragédia haitiana. Perdemos soldados que como vemos nos telejornais, tinham a confiança daquele sofrido povo. Enobreceram a bandeira que ostentavam  na farda. Perdemos Zilda Arns, grande brasileira, que tinha a  criança carente no coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Filosofia Maçônica não aceita a fatalidade, porque basta o ato de Iniciação para transformar o destino de um homem. Existe a “terapêutica do destino”; basta contornar uma situação que conduz a um fim desastroso para que o destino se altere; às vezes, uma só palavra de incentivo reanima o maçom e, pleno de esperança, ele foge de uma fatalidade que acreditava impossível de vencer. A confiança no grupo, a fé no poder da união, a consciência de que o maçom não foi “pinçado” em vão dentre muitos, afasta o inevitável no sentido de um fim sem retorno. O desespero sim, é um dos caminhos para descambar em uma fatalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Maçonaria, a Natureza tem destaque na figura geométrica do Triângulo equilátero e simboliza o Delta Luminoso fixado no Oriente, dentro do Dossel e acima do trono do Venerável Mestre, representando os três lados do triângulo: o nascimento, a vida e a morte.  Dentro da Loja maçônica, a melhor representação da Natureza é o ser humano, porque dela faz parte. A natureza tem sido agredida durante milênios e com maior violência no último século. A reação do próprio homem (Ecologia) para preservá-la tem  sido pálida.. A Maçonaria tem o dever de tomar parte nesse esforço, porque é guardiã da Natureza. Ela está  nos avisando que precisamos tomar atitudes, mas não ouvimos a sua voz! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência ocupa-se do bem-estar do corpo; o culto do amor ao próximo resulta da elevação da alma; a glorificação a Deus conduz à realização de nossos ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OH, SENHOR MEU DEUS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 111px; height: 91px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Figuras/Olho_GADU.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100123/not_imp500274,0.php"&gt;&lt;strong&gt;Forças brasileiras fazem ampla operação para reafirmar comando&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://colunas.bomdiabrasil.globo.com/alexandregarcia/2010/01/22/brasil-parece-nao-cultivar-seus-herois/"&gt;&lt;strong&gt;Brasil parece não cultivar seus heróis&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1194812-7823-MILITARES+MOSTRAM+O+QUE+E+REPRESENTAR+O+POVO+BRASILEIRO,00.html"&gt;&lt;strong&gt;Militares mostram o que é representar o povo brasileiro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,militares-morreram-na-mais-nobre-missao-humanitaria--diz-lula,499437,0.htm"&gt;&lt;strong&gt;Militares morreram na mais nobre missão humanitária, diz Lula&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-4749399982474672884?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/01/haiti.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-1977254235062697874</guid><pubDate>Wed, 20 Jan 2010 02:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-24T16:30:06.088-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Liderança</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sociologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EstilodeVida</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Corrupção</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Instrução</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Estudo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Doutrina</category><title>Proselitismo Político e os e-Mails</title><description>Dia destes recebi mais um e-mail , daqueles de protesto contra alguma coisa, mas que na maior parte das vezes são textos preparados para servirem de “nuvens de fumaça” e desviar a atenção de uma parcela da sociedade que se julga preparada e que “enxerga”em tais e-mails verdades de valor inquestionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que a “base intelectual” para a produção de tais ferramentas de propaganda política é o radical proselitismo político em prol da implantação de um estado socialista e uma “democracia popular” no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O referido e-mail me foi enviado por diversas diferentes fontes. O primeiro que recebi li por cima e descartei pois o considerei apenas mais um examplar do lixo eletronico que circula velozmente pela Internet. Não estava errado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, uma destas fontes o enviou com um título provocador e um comentário pró Hugo Chavez que despertou a minha atenção. Percebi, então, outras intenções em tais "protestos" e "alertas" contra o capitalismo e outras "maldições sócio econômicas" que assolam os países latino americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantivemos, então, eu e o meu amigo adepto e propagandista da "solução socialista (bolivariana?)", um diálogo que se desenvolveu através de comentários e respostas aos comentários. Trancrevo este diálogo pela sua possivel importância didática em alertar a respeito de tais "spams ideológicos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo será denominado aqui de AMIGO, para identificar suas manifestações. Identifico-me, nesta sequência de conversações,por Pedra Bruta. Meus comentários adicionais estão em itálico e não constaram da conversação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicie-mos, então, pelo agressivo título do e-mail por mim recebido da referida fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao otariado nacional (Leiam até o fim, se forem capazes)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para ler o texto da mensagem contida no e-mail, &lt;a target="_blank"  href="http://www.salmo133.org/s133/Htm_Div/TintaImpressora.php"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem de encaminhamento redigida pelo MEU AMIGO é a seguinte:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Esses dias, o presidente venezuelano Hugo Chávez botou um cabresto na rede de supermercados franco-colombiana Éxito, que achou que podia desafiar seu governo e remarcar preços impunemente. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A indignação foi tamanha que se a direita hidrófoba do mundo todo encontrasse o diabo e o presidente venezuelano na rua, cumprimentaria o primeiro e lincharia o segundo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora leiam a carta (clique no link acima), enviada por um cidadão de Belo Horizonte, e vejam porque o capitalismo gastou fortunas para exorcizar o comunismo e se volta, agora, contra os socialistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai continuar roubando a humanidade como sempre fez, contando com a estupidez do otariado, que acha lindo esse estado de coisas."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fiquei pensando que na verdade este comentário esclarecia bem a tática dos aderentes a um almejado programa socialista e uma sonhada "democracia popular" a ser implantada no Brasil: &lt;strong&gt;Fazer a mentira parecer verdade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam que o texto do e-mail foi "montado" para dar um tom de "verdade inquestionável, baseada em fatos e números" às afirmações "exorcizando o capitalismo e tudo de mal que está a êle atrelado". A tática é rudimentar, ou seja, compara dois diferentes sistemas políticos e econômicos sem considerar os prós e contras de cada um deles e a real conjuntura sócio-política do país. Na verdade não passa de "pancadaria pura e grosseira" ou "baixaria" mesmo. Coisa de prosélitos esquerdistas fanáticos, ignorantes e radicais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda esta propaganda deletéria e que nada contribui para o futuro do poovo e do País,  visa apenas turvar e tumultuar o ambiente político e a dura disputa que poderá retirar do poder estas cobras venenosas que estão se fortalecendo com a era Lula para empreender uma jornada política "a la Fidel", ou seja, tomar de assalto (e esta é a palavra exata) o poder pela vida toda, custe o que custar para o povo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que isso, visa criar dúvidas em parcelas da classe média, capturar o distraído útil e, assim, aumentar as chances de conversão do nosso País rumo ao socialismo e à assim auto denominada “democracia popular”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fontes doutrinarias e ideológicas estão à vista: são as águas turvas que jorram de Cuba e da Venezuela, devidamente abençoadas por “intelectuais” de vanguarda, diplomatas a serviço da causa e não dos interesses do País, ”heróis da pátria” beneficiados pela Lei da Anistia de todos os naipes e caras, incluindo alguns ex-terroristas e assassinos, uma miríade de políticos corruptos e fisiológicos abençoados pelo voto popular e prestando enorme deserviço à Pátria ao mesmo tempo que colaboram para "demonstrar que o regime esta falido e que tudo que está aí precisa ser mudado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a preparação do terreno para a recepção eletiva de alguns "pais e mães da pátria", sem contar, quiça, que também se encaixa como uma luva como excelente cenário preparatório para a entronização triunfal de algum "salvador da pátria". Se não nesta, quem sabe na próxima, se o povo "aguentar" esperar até lá!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nos diversos escalões de governo, um objetivo parece a todos unir: Exercer, sem contestações por parte do poderes instituidos e por tempo inderteminado, o inebriante "poder de influenciar pessoas e organizações”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um estado pré-hipnótico, letárgico, para manter o povo em estado de prontidão para a grande catarse social que se encontra em preparação avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto ganhar a eleição e manter-se no poder é a prioridade máxima destes "abençoados".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Então, com este cenário em mente, enviei-lhe o seguinte comentário INICIAL&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro AMIGO,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A análise do cidadão belo-horizontino é pobre na sua abrangência, carece de lógica e conduz a sofismas. E nada tem a ver com a questão de controle de preços, velha e infausta prática testada de modo entusiástico durante o governo daquele período denominado de Nova República", lembra-se?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cordial abraços."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seguiu-se a resposta abaixo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro PEDRA BRUTA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se a análise do cidadão belo-horizontino é pobre na sua abrangência, eu ainda não ouvi uma rica na sua abrangência. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abraços." &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avançando um pouco mais o debate, resumi o que segue:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro AMIGO, &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Havendo um tempinho vou tentar colocar por escrito o que pensei a repeito daquele comentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bastante valioso aprofundar um pouco cada tema e sair da vala comum da crítica pela crítica, ou por simples proselitismo (de qualquer natureza).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas para adiantar o meu racíocio, a questão básica que foquei no meu comentário está relacionada com comparar laranjas com bananas, independentes se são caras ou não. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como diz o adágio popular: "&lt;strong&gt;A noite todos os gatos são pardos.&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cordial abraço."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma nova manifestação rapidamente cruzou o espaço cibernético:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"PEDRA BRUTA. Os números estão aí. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Existe uma explicação lógica para o exemplo do orégano?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanto à tinta da impressora, trata-se de água e corante. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu não sou daqueles que só discute futebol se for a favor do meu time. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se existe uma explicação para o preço do orégano, eu quero ouví-la. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abraços." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Provas "irrefutáveis", números "inquestionáveis", fatos, documentações diversas... Ufa! Vamos adiante...:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro AMIGO,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação lógica para a formulação de preços de mercado é uma das disciplina estudadas em cursos de administração de negócios e envolvem a ponderação adequada de uma série de fatores que irão inteferir no preço de venda de cada produto em cada uma das fases da respectiva cadeia produtiva até o preço final que o consumidor irá pagar.&lt;br /&gt;Inclue custos de produção, remuneração do trabalho aplicado, remuneração do capital aplicado, reserva para enfrentamento de riscos diversos, previsão de consumos pelo consumidor final etc. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como você vê, comparar alhos com bugalhos pode resultar em erros crasos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma importante missão que temos na vida, como pessoas mais instruidas, é lançar luz sobre temas que muitas vezes são tratados sob a égide da mistificação ou do má-fé ou da ignorância.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cordial abraço,"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aí entra em cena a "doutrina macro econômica" pregada por alguns doutrinadores "iluminados" ...:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Formação e política de preços é uma coisa, PEDRA BRUTA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Achaque é outra completamente diferente." &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não é fácil. o argumentador é incansável na defesa de dogmas! Continuemos...:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro AMIGO,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tinta para impressora deveria ter política de preços? E o orégano, também? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Veja que esta mescla de laranja com bananas é realmente inspira mistificação ou má-fé ou mesmo simples ignorância. Quiçá uma bem temperada mescla de tudo isto ou fruto de um espírito simplório.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cordial abraço."&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neste ponto entram cena os números que comprovam a "obscenidade" do regime capitalista que a tudo e a todos lesa... A conversa continua:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"PEDRA BRUTA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vamos ficar no exemplo do orégano, que é vendido nos supermercados em saquinhos de 3 a 10g, como afirma o belo-horizontino, ou R$ 633,00 o quilo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se vc. consultar a cotação do último dia 7 dessa especiaria,  na Bolsa de Cereais de São Paulo, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank"  href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/indicadores/ult10113u676702.shtml"&gt;Jornal "A Folha de São Paulo": Indicadores de Preços&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;verá que o quilo do orégano chileno a granel foi vendido pelo preço médio de R$ 2,55. (confira abaixo e faça as contas). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Política de preços, caro PEDRA BRUTA, é um dos instrumentos de controle&lt;br /&gt;da inflação. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Envolve todo e qualquer produto. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Leia esta definição superficial de inflação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank"  href="http://www.renascebrasil.com.br/f_inflacao2.htm"&gt;Site Renasce Brasil: Inflação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e constate qual é sua principal causa. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Você não lembra dos aumentos abusivos do feijão nos anos 70, não?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aumentos que nada tinham a ver com inundação, quebra da safra, nada. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Especulação pura. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quem reclamava do preço do feijão naquela época era tachado de comunista." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ufa! O incauto neste ponto já está quase que convertido ao "modelo" e querendo mudar "tudo que está aí..." menos, claro, os ditos "salvadores da pátria". Bem, continuemos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro AMIGO,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Qual é o peso do óregano no cálculo da inflação? Orégano é um produto essencial? Deveria estar na composição da inflação?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Como se controla a inflação? Controlando preços? Que preços controlar? Como pagar o produtor de um produto de preço controlado?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- O governo pode suprir todos os produtos emandados pelo mercado e assim controlar os preços, uma vez que será o único contribuinte da cadeia produtiva? Neste caso como manteremos o governo produtor / regulador? Como controlar preços de produtos essenciais que estão fora da capacidade de produção do tal governo nacional?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aí então estamos entrando em outro tema bastante interessante: a macroeconomia. Olhando para trás, posso afirmar que, felizmente, o atual governo do Brasil ainda não se aventurou a grandes mudanças nesta área (apesar dos "exemplos" vindos de alguns "compañeros y camaradas de luchas") e por isto mesmo estamos com a inflação controlada em limites civilizados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cordial abraço."&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aí a "coisa pegou"... E dá-lhe numerologia "socialista". Veja lá:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro PEDRA BRUTA. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pelo jeito vc. não leu o link que te mandei mostrando a definição de inflação e como ela se forma. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Começa com o preço do orégano e descamba pra tudo, porque não há controle, não há freio, não há limite. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Veja alguns ítens que não entram no cômputo da inflação, mas impactam fortemente os preços de tudo: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Veja como agem os Gersons:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank"  href="http://www.igutenberg.org/alto12.html" &gt;Anúncios sobem 200% acima da inflação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reajustes abusivos, muito acima da inflação.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ordem é levar vantagem e danem-se os prejudicados. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Veja mais esses dois exemplos: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cartucho HP 78, de 19 ml, R$ 89,90 na Saraiva. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank"  href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ID=C9215F2A7DA011312001B0335&amp;PAC_ID=18646&amp;ESTRUTN1=&amp;ORDEMN2=E&amp;PALAVRASN1=Cartucho+HP+78&amp;ORDEMN2=E&amp;FILTRON1=X"&gt;Preço de cartucho de tinta&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$ 89,90/19ml = R$ 4.73 por ml. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;R$ 4,73 x 1000 ml = R$ 4.731,57.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um litro da tinta utilizada no cartucho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP 78 custa, então, R$ 4.731,57. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;______________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TV LCD 42 polegadas Full HD 1080p 240Hz - &lt;br /&gt;Conversor Integrado - LG Live Borderless 42SL80YD no Magazine Luiza:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank"  href="http://www.magazineluiza.com.br/produto/index_produto_especial.asp?Produto=2019383&amp;ordem=&amp;linha=ET&amp;Setor=TLCD&amp;gclid=COTr6e6gsZ8CFREhnAodpCfIlA"&gt;Preço de TV LCD 42"&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;De R$ 5.199,00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por: R$ 3.999,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou 12x de R$ 333,25 sem juros no cartão de crédito &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Se vc. pagar à vista, no boleto, ainda leva 6% de desconto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vai levar a TV, então, por R$ 3.759,06. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;___________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Essas empresas escroques não precisam do cabresto do Hugo Chávez. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Precisam é de pelotões de fuzilamento." &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Imaginem só o que poderia vir a acontecer com uma eventual "queda da bastilha" e o certos extremistas travestidos de "donos da verdade" e revestidos do "poder popular para julgar e sentenciar"... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria o melhor dos mundos, um verdadeiro "passeio no parque" para certas organizações que apesar de não existirem legalmente, de fato recebem até mesmo ajuda governamental. Afinal são "vitimas do degradante sistema capitalista" e precisam resgatar as suas liberdades e direitos cerceados pelo "sistema que está aí". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o povo em geral, mêdo, escravidão e jugo cruel! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufa! É mole? mas continuemos mais um tanto...:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caro AMIGO,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entre outras defesas, o consumidor não é obrigado a comprar orégano (&lt;em&gt;nem tinta para impressora, nem mesmo impressora&lt;/em&gt;), pode pesquisar o menor preço, pode mudar de marca.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Creio que o site indicado (&lt;em&gt;para explanar sobre inflação&lt;/em&gt;) comete a mesma falha de conceito que aquele cidadão patriota lá de BH. &lt;em&gt;Confundir inflação com preço alto (devido a impostos ercochantes, entre outros fatores) é algo que que a população brasileira já não mais erra.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Então não trata-se de argumentos. Trata-se de dogmas. Talves em outro regime a riqueza possa ser gerada em maior escala e melhor distribuida. Veja os exemplos que temos ao redor do mundo e ao longo da história. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cordial abraço,"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-------------- Tempo! Ainda não recebi a próxima resposta.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moral da história: DEIXEMOS REALMENTE DE SER OTARIOS! VAMOS PASSAR A FILTRAR O EVENTUAL LIXO ELETRÔNICO QUE RECEBEMOS ATRAVÉS DO INOCENTE E FAMOSO RECURSO "SÓMENTE REPASSANDO...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIS AINDA,DEVEMOS EVITAR CEDER ESPAÇO EM NOSSAS REDES DE CONTATOS PARA MENSAGENS QUE TENHAM POR INTENÇÃO DIRETA OU INDIRETA A SUBVERSÃO DOS VALORES GENUINAMENTE DEMOCRÁTICOS DURAMENTE CONQUISTADOS PELO POVO BRASILEIRO AO LONGO DE ANOS.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Recomendo aos leitores do BLOG que NÃO REPASSEM E-MAILS “DE PROTESTO” SEM UMA ANÁLISE CRÍTICA PRÉVIA, pois em alguns casos (se não for na maioria deles) você estará apenas sendo usado para infiltrar conceitos "socialistas bolivarianos" em sua rede de contatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lição: Compare o valor de uma MILITÂNCIA POLÍTICA AGUERRIDA versus os RISCOS MORTAIS de uma PASSIVIDADE bovina ou de um FISIOLOGISMO degradante. A participação na vida e na organização política de uma nação é OBRIGAÇÃO de todos, especialmente aqueles que lideram e influenciam porções expressivas da Sociedade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Recomendação: Mantenha alerta! Não voto errado e não seja voto útil.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento pelo mal causado por políticos do naipe do Governador Arruda que se servem da Maçonaria para ampliar seus votos, confudir e lesar o povo. São &lt;strong&gt;pseudo-maçons&lt;/strong&gt; que devem ser purgados e esquecidos pela nossa Instituição, para sempre. O maçom, na sua participação na vida social, pública e privada, ao invés de fazer proselitismo da sua condição, deve, isto sim, dar exemplo e testemunho que suas ações, sua mente e seu coração é bem formado nas virtudes teologais e amadurecido nas cardeais.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a VIGILÂNCIA que possamos exercer sobre nós mesmos e sobre os nossos pares no sentido ajudar a construir uma sociedade formada em bases sadias e com esperanças em um futuro melhor seja pedra angular para o nosso APERFEIÇOAMENTO PESSOAL E COLETIVO.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seus comentários serão bem-vindos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 150px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://colunas.bomdiabrasil.globo.com/miriamleitao/2010/01/11/chavez-colocar-exercito-nas-ruas-contra-inflacao-e-maluquice/"&gt;&lt;strong&gt;Chávez colocar exército nas ruas contra inflação é maluquice&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100123/not_imp500299,0.php"&gt;&lt;strong&gt;Chile&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-1977254235062697874?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/01/proselitismo-politico-e-os-e-mails.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-1884257738992567518</guid><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 03:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-07T01:18:16.305-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Dan Brown</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ficção</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Conspiração</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Código da Vinci</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EUA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Pesquisa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Estudo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>"O Símbolo Perdido", por Dan Brown</title><description>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/1e2Jyps92tQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/1e2Jyps92tQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-1884257738992567518?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2010/01/o-simbolo-perdido-por-dan-brown.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-8710261986832112976</guid><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 11:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-11T18:47:45.408-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Corrupção</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>História</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>O Caso Arruda</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/brasil1a-720441.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 189px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/brasil1a-720440.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise pelo Irmão &lt;a target="_blank" href="mailto: williamcarvalho@terra.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;William Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Com o período chuvoso no Brasil, um raio caiu no Buritinga. Raios quando caem provocam incêndio, matam e causam grandes estragos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Para uma análise estrutural do Caso Arruda devem ser deixadas de lado as paixões tão usuais na análise de fenômenos políticos no presente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Primeiramente tem que se considerar o contexto político do Distrito Federal. Com a nova Constituição, Brasília passou a ter autonomia política, uma questão que até hoje deixa dúvidas sobre tal decisão, pois Brasília não possui autonomia financeira para gerir sua administração, dependendo da União para a suplementação de recursos. Alguns defendem que o Distrito Federal é uma imensa prefeitura, cujo prefeito deveria ser nomeado pelo Governo Federal. Eis o primeiro ponto polêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Com a autonomia política, Brasília passou a ter 3 senadores, 9 deputados e 24 deputados, ditos distritais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Brasília possui também um eleitorado sui generis: de um lado concentra um dos eleitorados mais politizados e informados do país, em boa parte, incrustados nos poderes da República e conhecedores dos bastidores do Poder, mas tem como contraponto outra parcela do eleitorado (maioria) de pessoas de pouco instrução, pouco informadas, consideradas como se vivessem numa região de fronteira dos grotões, ou seja, massa de manobra para todo tipo de manipulação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Brasília deu um mandato a um senador que foi o único até hoje cassado pelos seus pares: o senador Luis Estevão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Deu também mandatos para dois senadores – José Roberto Arruda e Joaquim Roriz – que renunciaram para não serem cassados. Não se deve esquecer que o Ir. Arruda é reincidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O raio que atingiu o Buritinga deixa um rastro de conseqüências políticas que não podem ser ignoradas. Devem ser evitadas as posições estremas: i) uma visão ultra moralista que critica qualquer deslize dos políticos, por mínimo que sejam, e ii) uma posição de tolerância absoluta para com os pecados mortais dos políticos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O governador Arruda, nosso Irmão, teve em Durval Barbosa o seu algoz letal. Foi pego com a boca na botija e em política, pode-se quebrar centenas de regras sem maiores consequências, pelo menos na nossa cultura desse limiar do século XXI, mas, por outro lado, existem meia dúzias de regras que quando quebradas geram consequências mortais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O primeiro ponto de análise sobre o panetonegate deve ser o dos profissionais da política. Assim, como está se comportando a cúpula do DEM? Este partido estava se preparando arduamente para ingressar num projeto de modernização para buscar votos nos grandes centros urbanos e deixar de ser um partido dos grotões do interior. O DEM se prepara para cassar Arruda para tentar sobreviver e não ser colocado no rol dos partidos nanicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Se o mensalão federal, de triste memória, tivesse um Durval Barbosa que gravasse em vídeo suas falcatruas, não seria tão facilmente esquecido e geraria cabeças decepadas nos mais diversos níveis. Durval Barbosa é o novo fenômeno político da atualidade neste caso sintomático, mais uma vez o mundo se queda bestificado perante o Brasil, pois mostra as entranhas mais íntimas de nosso malfadado sistema político. O único vídeo gravado de falcatruas do mensalão do governo federal do PT foi o de Waldomiro Diniz, réu confesso, filmado e gravado achacando um “bingueiro” que, pelo estágio institucional da máquina judiciária no Brasil continua livre e solto. Em países mais desenvolvidos política e judicialmente, ele já estaria atrás das grades a muito tempo. Era, pois, o único vídeo, perdido no meio de miríades de alegações, mas todas sem o vídeo, que é mortífero.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Os políticos profissionais do DEM se preparam para decepar a cabeça de Arruda por uma questão de sobrevivência e nesse caso são homens profissionais da política, não movidos só por notícias da mídia e por ingenuidades inerentes aos leigos da política.  Assim Arruda já foi julgado e condenado pelo seus pares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Outro ponto de análise deve ser a imprensa. A grande imprensa tem sido incansável em denunciar o panetonegate. O mesmo não acontece com a mídia de Brasília – na sua quase total maioria, dominados por Arruda e Paulo Otávio, como se fosse uma pequena cidade do interior – que, se dependesse dela o caso estaria “controlado”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Não se discute se Arruda estava fazendo um governo de realizações. Claro que estava, pois na medida em que contou com uma chapa puro sangue, mais a competência gerencial de seus quadros, Brasília esta prenhe de novas obras, visando a Copa e as Olimpíadas e se preparava para completar suas 50 primaveras. Contudo, isso, per se, não justifica o esquecimento dos graves fatos apontados nas gravações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Mais um ponto de análise: a opinião pública. Sabe-se que a grande imprensa pode insuflar a opinião pública, mas ela só pode operar baseada em fatos reais que possam gerar apelos emocionais. Boa parte da moderna opinião pública do Distrito Federal e do Brasil está enojada com os acontecimentos divulgados nos últimos tempos. Se fosse num país mais desenvolvido o caso já estaria encerrado a muito tempo, mas no Brasil as coisas acontecem com mais vagareza. O quadro, contudo, deixa margens a especulação: como Arruda presidiria uma sessão solene de abertura de jogos numa Copa Mundial ou nas Olimpíadas com o estádio cheio com convidados estrangeiros e nacionais? Será que conseguiria abafar as estrondosas vaias? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Mais um ponto de análise: o jurídico. Pela estágio institucional-cultural da burocracia judiciária no país – que até hoje nunca condenou e prendeu um político por corrupção nos termos aqui analisados – Arruda só seria condenado se no momento do julgamento houvesse uma mobilização grande da opinião pública, caso contrário o caso, com bons advogados, seria lançado para as calendas gregas para posterior esquecimento ou teria uma condenação leve. Eis aí também um fator que deve ser discutido no atual estágio brasileiro: o nível de nossa máquina judiciária, sua lentidão, seu período de férias que segundo o editorial do jornal Estado de São Paulo do dia 9/12/2009 beira a metade do ano, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Pelo exposto, como fica a Maçonaria em relação ao caso Arruda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Tudo vai depender do estágio institucional-cultural da Maçonaria Brasileira. Se a Maçonaria estiver olhando pelo retrovisor deverá deixar o caso prosseguir para posterior esquecimento ou esperar que o tempo dê a solução para o momentoso caso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Se, contudo, estiver com os olhos voltados para o futuro, procurando sair das palavras de seus manifestos anticorrupção e iniciar um processo de passar a limpo o Brasil, neste limiar do século XXI, deverá arcar com o ônus de influir nos destinos do país e do Distrito Federal, expelindo Arruda de suas fileiras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A sorte está lançada. Nos próximos meses, veremos se o Brasil está maduro para iniciar um novo período, com reformas políticas que dificultem o atual estágio da corrupção no país. Corrupção existe em qualquer país do mundo, o que diferencia o estágio político de cada país é se, uma vez pegos os corruptos, eles são processados e condenados por uma justiça rápida e eficaz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Alia jacta est... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="mailto: williamcarvalho@terra.com.br"&gt;&lt;strong&gt;William Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente da Academia Maçônica de Letras do Distrito Federal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a target="_blank" href="http://veja.abril.com.br/091209/poder-dinheiro-corrupcao-p-076.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Poder, dinheiro, corrupção e... &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-8710261986832112976?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/12/o-caso-arruda.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-7527597004014496250</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-27T14:15:18.883-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>História</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>São Paulo</category><title>Um século de letras</title><description>Em 27 de novembro de 1909, um médico do Rio de Janeiro, mas radicado em São Paulo, instalava a Academia Paulista de Letras. Doze anos antes Machado de Assis dava à luz a Academia Brasileira de Letras, que seria inspiração para as que surgiriam nas diversas unidades da Federação e tivera a francesa por modelo. O propósito dessas confrarias era congregar pensadores para implementar - ao menos no mundo das letras - o federalismo, de tão difícil consecução na República neófita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua polêmica a ideia de academia de letras. O academicismo é expressão com fisionomia pejorativa. Tem conotação de pedantismo, de anacronismo, postura infensa a inovações. Pode ser utilizada como sinônimo de um espírito convencional, pouco criativo, artificioso e pretensioso. Daí o repúdio de alguns literatos que se consideram libertos e já posicionados acima das vãs gloríolas acadêmicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada obstante, a ideia de academia ainda atrai uma tribo de espécimes singulares. Na volúpia de uma era do efêmero, da incerteza, do descartável e cada vez mais transitório, é saudável um espaço para a reflexão e o debate. As sessões da academia podem ser pós-graduação em literatura, filosofia ou especulação científica, se vencida a estiolante opção pela mera leitura de atas das sessões anteriores. Desde que assumi a condição de titular da Casa de Cultura do Largo do Arouche, aprendi muito com as preleções de Miguel Reale. Espírito superior, talentoso e genial em todas as esferas de uma atuação prolífica e duradoura, dissertava sobre temas permanentes e nunca deixou de prestigiar as reuniões das quintas-feiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mero perpassar d"olhos pelos nomes que honraram a Academia Paulista de Letras permite concluir que ela foi o repositório da intelectualidade bandeirante. Mencione-se, por mera e aleatória amostragem, a presença de Alcântara Machado, Macedo Soares, Cândido Mota, Alfredo Pujol, Mário de Andrade, Washington Luís, Goffredo da Silva Telles, Plínio Salgado, Honório de Sylos, Aureliano Leite, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo, René Thiollier, Maria de Lourdes Teixeira, Arrobas Martins, Sud Mennucci, Roberto Simonsen, Ibrahim Nobre, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Ricardo Ramos, Julio de Mesquita Filho, Ataliba Nogueira, Spencer Vampré, Alfredo Buzaid, Altino Arantes, Afonso Taunay, Sérgio Buarque de Holanda, Vicente de Carvalho, Monteiro Lobato e Menotti Del Picchia. Quem pode recusar a essa instituição o dom de congregar o que de melhor produziu a cultura de São Paulo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetivos de sua permanência continuam fiéis ao ato criador - a tutela do vernáculo, o estímulo à escrita e à leitura -, mas ela não pode fugir aos novos reptos. A República Federativa do Brasil ainda não chegou ao estágio republicano ideal, nem ao grau de federalismo que reflita aliança baseada na igualdade democrática. Tudo isso pelo déficit de maturidade política, mas sobretudo pela deficiência da educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confundir educação e escolarização formal foi característica presente no decorrer destes 120 anos de vivência de um regime que tem muito a se aperfeiçoar até que se aproxime dos anseios da nacionalidade. O processo de autoaprimoramento é compromisso perene e definitivo. Continua válido o comando oracular que Sócrates perpetuou sob a fórmula "conhece-te a ti mesmo". Perscrutar o infinito universo da consciência humana e decifrar o enigma do destino dessa espécie que se considera a única racional é a missão de que a lucidez não se pode descuidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A academia tem algo a oferecer a esse projeto de disseminar a prática da reflexão e fortalecer a opção pela educação permanente. Seus integrantes já não precisam submeter-se ao ritual imposto a quem se proponha a conquistar espaços. Eleitos pelos pares, já tiveram avaliado o seu currículo. Podem se entregar, sem o estigma da competição, à especulação desvinculada de outros objetivos que não o deleite intelectual. Podem e devem ser motivados a repartir suas habilidades e experimentos com uma legião de destinatários. Partilhar o conhecimento com a infância e a juventude já constitui opção de vida de alguns acadêmicos. Não é impossível contaminar os demais, vencido o núcleo de resistência que ainda enxerga o convívio acadêmico sob a ótica de um clube fechado, sem compromisso algum com a comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é esse o espírito da maior parte dos membros da Academia Paulista de Letras neste ano de seu centenário. Eles prestigiaram a tese de que é urgente devolver à comunidade o amealhado em décadas de aquisição de sapiência. Por isso participaram da verdadeira perestroika desta gestão. Acataram o chamado ao protagonismo, que se traduziu em presença física a dezenas de reuniões realizadas nos mais distintos auditórios. Poder público, instituições parceiras, organizações, empresas e espaços os mais variados conviveram o ritual acadêmico das sessões semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia Paulista de Letras foi reconquistar a atenção de São Paulo, mostrou-se viva e disposta a assumir papel reforçado no despertar de uma consciência renovada. A consciência de que um povo que não lê e não escreve tende a persistir na servidão incompatível com o supraprincípio da dignidade da pessoa humana. Uma vez detectada essa vocação, que durante algumas décadas foi acometida de parcial letargia, ela nunca mais será a mesma. Não se consegue segurar o vento com as mãos. Neste caso, o vento saudável da renovação, animada pelo voluntarismo de fazer a diferença na cena cultural de uma unidade federativa com a exuberância e a complexidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercê desse despertar consciente e motivado, a Academia Paulista de Letras prestará fecunda contribuição à causa cultural da Nação e nunca mais será o mesmo cenáculo de tempos idos. Nobre, sim. Gratificante, não menos. Mas propenso a uma autossuficiência inviável em tempos de partilha, de solidariedade e de construção conjunta de um promissor destino comum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Renato Nalini&lt;/strong&gt;, desembargador do Tribunal de Justiça de &lt;br /&gt;São Paulo, é &lt;strong&gt;presidente da &lt;a target="_blank"  href="http://www.academiapaulistadeletras.org.br/"&gt;Academia Paulista de Letras&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091127/not_imp472867,0.php"&gt;Publicado no jornal "O Estado de São Paulo" - Sexta-Feira, 27 de Novembro de 2009&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-7527597004014496250?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/um-seculo-de-letras.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-5063018749581437785</guid><pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-03T04:33:42.352-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sociologia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícia</category><title>Lula, o Filho do Brasil</title><description>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/zRUfdAI7u3g&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/zRUfdAI7u3g&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler a reportagem publicada pela Revista VEJA, &lt;a target="_blank"  href="http://veja.abril.com.br/251109/a-construcao-de-um-mito-p-76.shtml"&gt;&lt;strong&gt;CLIQUE AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091122/not_imp470159,0.php"&gt;Propostas para a era pós-Lula&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091129/not_imp473759,0.php"&gt;A arrogância como ameaça&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091223/not_imp486137,0.php"&gt;Vacas de presépio que se fazem de pastores&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100103/not_imp489826,0.php"&gt;'FT': mérito de Lula é continuar FHC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será este, um passo decisivo na construção (digamos, supostamente oportunista) de um mito brasileiro? Ou trata-se apenas da sua divulgação, pois mito que é mito já nasce feito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora, volta revigorado à cena cotidiana (em concorrência direta com a novela das 9...) o tema central da nossa sui-generis democracia (em construção acelarada)... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros benefícios este novo, eletrizante, biográfico e histórico multimídia, deverá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- contar uma das mais importantes páginas (senão, a mais) da História "deste País"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- eletrizar as multidões de fans brasileiros e estrangeiros, que sabiamente (vox populi) acreditam "neste País"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- comprovar que as sonolentas e ignaras minorias adversárias não acreditam "neste País" (desnorteadas que estão pela sua falta de cultura democrática, falta de visão e falta de "esperança")e apenas insistem em negar o inegável (soa familiar?)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- animar horas a fio de debates intermináveis sobre os destinos "deste País"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ajudar a "engulir" (soa profético...) redondo "este País" enquanto sorvendo aquela "loira" gelada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- colocar nos devidos trilhos eventuais e obscuras pretensões e esforços de "el hermano muy amigo" para impedir a liderança regional, internacional e, quiçá, sideral "deste País"...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- motivar brindes com legítima "branquinha" os grandes feitos que já estão garantidos para "este País" predestinado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- etc e tal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além acima arrazoado, você pode enumerar outros valiosos e sacrosantos benefícios decorrentes da felicidade deste "abençoado" nascimento ter ocorrido "neste País"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, a "mãozinha" dada pela GLOBO a "este País" tem sido valiosa... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois eis que até mesmo uma rendazinha extra com a vendagem da estória da maior epopéia "deste País" é capaz de gerar para alguns ou para muitos. Não era este o objetivo, mas fazer o que, né, milagre é milagre! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, quando cair no domínio público, o multimídia poderá ser distribuido e apreciado nas escolas do sistema de ensino público "deste País"... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá, é comprar ou alugar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que piratear não vale "neste País"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufa... será que o "ómi" chama "País"?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conferir é só aguardar mais alguns anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 150px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-5063018749581437785?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/lula-o-filho-do-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-2393067973387184214</guid><pubDate>Sat, 21 Nov 2009 05:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-21T04:21:42.394-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AMIL</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>AMIL - Encontro Internacional</title><description>&lt;a target="_blank" href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/II_ENCONTRO_Page_1-736363.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 154px; height: 320px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/AMIL-788368.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AMIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Academia Maçônica Internacional de Letras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTERNATIONAL MASONIC LITERARY ACADEMY&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II INTERNATIONAL MEETING&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: MASONIC TEMPLE &lt;br /&gt;       &lt;a target="_blank" href="http://www.pagrandlodge.org/"&gt;The Grand Lodge Of Free &amp; Accepted Masons of Pennsylvania&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;       Philadelphia – Pennsylvania&lt;br /&gt;       29 a 31 de Outubro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/AMIL-Philadelphia-10-2009-2R-746062.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/AMIL-Philadelphia-10-2009-2R-746004.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na foto acima, ao centro o Irmão &lt;strong&gt;Antonio Simões&lt;/strong&gt;, Presidente da AMIL para os EE.UU. e na frente da Bandeira está o Vice-Presidente para os EE.UU e próximo Grão-Mestre da G.L. da FILADÉLFIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/AMIL-Philadelphia-10-2009-791381.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/AMIL-Philadelphia-10-2009-791363.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flagrante da palestra proferida pelo ilustre confrade e Ir. Sérgio Borja, dia 31 de Outubro passado, por ocasião do Encontro de Filadélfia. Para visualizar o paper apresentado pelo Ir. Borja, por favor &lt;strong&gt;clique no logo PDF abaixo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.salmo133.org/s133/blog/FINAL%20-%20The%20Union%20of%20the%20Three.pdf"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 34px; height: 34px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/pdf-745767.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-2393067973387184214?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/amil-encontro-internacional.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-374631396543673362</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2009 04:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-17T01:38:10.195-02:00</atom:updated><title>15 de Novembro de 1889 - 120 anos de República</title><description>&lt;img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7e/Benedito_Calixto_-_Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica%2C_1893.jpg/350px-Benedito_Calixto_-_Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica%2C_1893.jpg" alt="Proclamação da República do Brasil" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo os jornais deste domingo e navegando em alguns websites, a sensação que senti foi que a data passou realmente em branco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que os &lt;em&gt;assuntos republicanos&lt;/em&gt; em pauta nos jornais e no dia-a-dia do nosso povo são muito mais urgentes e importantes do que lembrarmos que um dia ela foi proclamada... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temas de aparente extraordinária relevância estão na pauta de frenéticos e-mails repassados à exaustão e nos jornais mais respeitados do País, abrangendo uma gama de assuntos, tais como: Apagão, extradição, Honduras, Currículum Vitae de Candidatos à Presidencia da República, intrigas da oposição, visita de um Presidente estrangeiro, Pré-Sal, soberania sôbre a região Amazônia, papel das Forças Armadas, etc, etc... Realmente, todos assuntos de extraordinária relevância.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a preservar o conhecimento dos diversos aspectos e circunstâncias dos fatos de nossa história, parece-me que estamos em um  processo de perda de memória ou de mudança de identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez em mais alguns anos teremos a surpresa, e o dissabor, de verificar que poderemos ter "perdido por completo o fio da meada", isto é, poderemos ter perdido as referências de nossas origens e história. Caso tal hipotética situação ocorra, será algo interessante e exótico, pois poderemos vir a nos transformar em herdeiros da República de São Bernardo..., ou refundadores da Pátria ou, ainda, tardios mas valentes e indômitos Bolivarianos... , ou, quem sabe, galhardamente demonstraremos nossa liderança regional ao substituirmos o vernáculo por outro mais coerente com as novas "tradições"... É um processo demorado, mas com persistência e tenacidade pode ser realizado com êxito. Depende exclusivamente das lideranças que ocupam as posições chave da nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à República, quais foram mesmo os motivos e justificativas para a sua "proclamação"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuperando um pouco a memória a respeito deste, digamos, &lt;em&gt;relativamente importante&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;strong&gt;evento Pátrio&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;, segue um link sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_do_Brasil"&gt;&lt;strong&gt;CLIQUE AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como será que um movimento desta natureza seria recebido nos dias de hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, creio que devemos celebrar a data, certo? Então,...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Salve a República do Brasil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 150px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-374631396543673362?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/15-de-novembro-de-1889-120-anos-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-5230530211972203375</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T19:34:01.908-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AMIL</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EUA</category><title>JORGE de SENA</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/JorgedeSena-729868.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 127px; height: 160px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/JorgedeSena-729863.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/be/Pt-lsb1.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 128px; height: 85px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/be/Pt-lsb1.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colaboração enviada pelo mui estimado amigo, Irmão e Confrade&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a target+"_blank" href="mailto:martinspereira@mail.telepac.pt"&gt;&lt;strong&gt;Bernardo Martins Pereira&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilustre Presidente Internacional da Academia Maçónica Internacional de Letras - AMIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lisbon"&gt;Lisbôa, Portugal&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Intróito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge de Sena&lt;/strong&gt; era filho Único de Augusto Raposo de Sena e Maria da Luz Grilo de Sena. Nasceu em Lisboa em 02 Novembro de 1919. O Pai era Açoriano e a Mão Beirã, natural da Covilhã. O Pai, Comandante da Marinha Mercante. A Família da Mãe, de Origem Transmontana, Cristãos Novos, Judeus “convertidos”. Eram Famílias da Alta Burguesia. A Avó materna era pessoa muito culta e viria a ter grande influência em Jorge de Sena. A Avó Paterna era amiga de Fernando Pessoa, o qual Sena viu várias vezes lá em casa, quando ainda não imaginava quem ELE fosse. Sena cursou o Liceu no Colégio Vasco da Gama que virou Colégio de Freiras e terminou por isso os estudos liceais, no Liceu Camões. Que coincidência interessante! Veremos à frente a importância de Sena, na divulgação, análise e “TRADUÇÃO”, da obra de Luis de Camões. Da Poesia? Outra coincidência! Um dos seus Professores no Liceu Camões, na disciplina de Físico-químicas, era um jovem em inicio de carreira, chamado RÓMULO DE CARVALHO, que viria a ser o Grande Poeta Antonio Gedeão. “Não é GEDIÃO”. Ingressa na Escola Naval, como n.º 1 do curso. Como Oficial Cadete, visita Cabo Verde, São Tomé, Brasil, Angola, Ilhas Canárias. É demitido da Marinha de Guerra. “Mau feitio” segundo os ditames do Estado Novo. Entres as Batalhas Familiares para seguir a carreira das Armas e os defensores das Profissões Liberais, houve uma solução de compromisso. A Engenharia! Que completou em 1944 na Faculdade de Eng. Do Porto. Começou a escrever em 1936, (mal!) e de 1936 a 1939, vai desenvolvendo sua cultura literária, sem qualquer convívio com os meios respectivos e quando A PRESENÇA publicou em 1939 o poema APOSTILHA, de Álvaro de Campos, como inédito, enviou uma carta chamando a atenção que esse poema havia sido publicado vários anos antes, no NOTICIAS ILUSTRADO, com variantes. A seria publicada, por simbólica coincidência, no último numero daquela revista, em Fevereiro de 1940. Troca a esse propósito correspondência com Adolfo Casais Monteiro, que havia acusado a recepção da carta e viria a dar origem a uma entrevista no 1.º andar do “falecido” café chave D’ouro no Rossio, (ou Praça dom Pedro IV (ou Dom Pedro I para o Brasil), local que então era O CENTRO DO MODERNISMO. Havia várias Presidências de mesa, ao tempo CORDIALMENTE HOSTIS umas ás outras, e que eram regularmente ocupadas por Gaspar Simões, Casais Monteiro, e José Osório de Oliveira. Foi aí que Sena conheceu “OS RAPAZES” dos cadernos de poesia. É no segundo n.º desta publicação, que são impressos os seus primeiros poemas, sob o Pseudónimo de Teles de Abreu (apelidos seus de família). Estávamos em 1940. Em 1945, Sena começa a exercer o cargo de Eng.º na Direcção Geral dos Serviços de Urbanização e na Junta Autónoma das Estradas, para cujo quadro entrou, e do qual viria a sair em 1959 ao fixar residência no Brasil. Só em 1952 é que sai para a Europa, numa viajem a Inglaterra. Desde então, viajou muito por Espanha, de novo Inglaterra, Bélgica, e França. Convidado a tomar parte no IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros, pela Universidade da Bahia e pelo Governo Brasileiro, em Agosto de 1959, partiu para o Brasil, onde aceitou o convite para ficar como Catedrático contratado de Teoria da Literatura, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de ASSIS, Estado de São Paulo. Em 1961, transfere-se para a Faculdade de Filosofia, Ciências e letras de ARARAQUARA. Viria a licenciar-se do cargo, em 1965 para aceitar o convite dos Estados Unidos da América, tendo pedido a demissão do cargo em 1967, para se fixar nos EE.UU. No Brasil deu cursos ou Conferencias em na UNIVERSIDADE DO BRASIL, do RECIFE, CEARÁ, MINAS GERAIS, BAHIA, e fez parte da comissão do Ministério da Educação Nacional que propôs a reformulação dos CURRICULA superiores de letras. Na Universidade de São Paulo, foi membro de vários júris para Doutoramento, livre docência, e Cátedra. Em 1964, após várias dificuldades BURROCRÁTICAS e Politicas, Jorge de Sena consegue defender tese de Doutoramento em Letras e Livre docência em Literatura Portuguesa, e os títulos Académicos foram-lhe atribuídos com distinção e louvor. O Júri era composto por Catedráticos das Universidades do Brasil, (Rio de Janeiro), São Paulo, Minas Gerais, e Bahia. A sua tese são os Sonetos de Camões e o soneto quinhentista peninsular. Nos EE.UU., fixa-se a partir de 1965 na Universidade de Wisconsin (considerada ao tempo umas das &lt;em&gt;top ten&lt;/em&gt; dos EE.UU.) para a qual havia sido convidado. Após dois Anos como visiting professor, pede demissão de seu cargo no Brasil e é nomeado Professor Catedrático do departamento de Português e Espanhol daquela Universidade. Fez conferencias em várias Universidades Americanas, Membro da MODERN LANGUAGE ASSOCIATION e da RENNAISSANCE SOCIETY OF AMÉRICA, tendo sido eleito ACADÉMICO DA HISPANIC SOCIETY OF AMÉRICA em 1966. Foi crítico Literário do Mundo Literário, de Teatro na Seara Nova e na Gazeta Musical e de TODAS AS BARTES, conferencista sobre cinema nas secções do Jardim Universitário de Belas Artes, além de Artigos publicados em vários Jornais, como o Primeiro de Janeiro, Noticias, Comércio do Porto, entre outros. Tem livros traduzidos em Espanhol, Francês, Italiano, Inglês, Alemão, Croata, Lituano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis uma breve resenha à guisa de Curriculum daquele que é considerado O MAIOR depois de Pessoa. &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_de_Sena"&gt;&lt;strong&gt;Para algumas referências biográficas, CLIQUE AQUI.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Outras referências podem também ser encontradas&lt;a target="_blank" href="http://cvc.instituto-camoes.pt/figuras/jdesena.html"&gt;&lt;strong&gt;neste outro link&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge de Sena era um HOMEM INTEIRO. Para ele não havia CONDESCENDENCIAS para a MEDIOCRIDADE, LAMBE-BOTAS e quejandos. Era UM MAL-AMADO, pela sua intransigência e verticalidade. De Cultura IMENSA, não esperava que lhe fizessem justiça depois de morto. Vejamos este Poema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VER&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No coração mental das tuas flores perdidas&lt;br /&gt;Há um pequeno núcleo enegrecido,&lt;br /&gt;Que enegreceu à falta de o olhares.&lt;br /&gt;Não julgues, olha-o,&lt;br /&gt;Olha-o por amor da minha vida.&lt;br /&gt;Verás que se desdobra imaculado.&lt;br /&gt;Estarei pensando fugidiamente em como&lt;br /&gt;Será que o olhas. Nada mais farei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ténue perpassar de nuvens cuidadosas&lt;br /&gt;Como flores que abriam no silêncio de outras,&lt;br /&gt;A mim próprio escuto, e os olhos com que vejo&lt;br /&gt;São minha voz falando o tempo de passarem&lt;br /&gt;Mais outras nuvens, qual a vida ao sopro,&lt;br /&gt;Ao invisível sopro ou chama ou só altura&lt;br /&gt;Interiormente aberta ao espaço que a rodeia.&lt;br /&gt;A mim próprio escuto, eu sei. Mas não de mim,&lt;br /&gt;Que alheio vivo a vida que em mim fala.&lt;br /&gt;Como as nuvens que passam cada vez são outras &lt;br /&gt;A quanto escuto ignoro ou esqueço ou nem contemplo,&lt;br /&gt;Abertos olhos, meu destino além&lt;br /&gt;De mim, de tudo eu próprio sou porque &lt;br /&gt;Já fui e não serei, ou serei sempre mais&lt;br /&gt;De meu destino a essência que lhe dou&lt;br /&gt;Na extrema contingência de tornar a ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge de Sena era um Homem paradoxal! Não no sentido de que o paradoxo é o contrário da verdade, mas sim a verdade vista do lado contrário. Talvez por isso os seus volumes de notável recorte, sobre ANDANÇAS E NOVAS ANDAÇAS DO DEMÓNIO, não encontraram junto do Público a receptividade que “ DE DIREITO” lhe caberiam. Mais estranho porém, terá sido o facto de os que neste País condicionavam, ou imaginavam condicionar, a sensibilidade dos leitores anónimos. Diria Eduardo Lourenço; Jorge de Sena não é um autor fácil. É um autor, e um autor nunca é fácil. Ainda subsistiam muitos resquícios dos MODERNOS Savonarolas, nos nossos meios culturais. Mas Jorge de Sena seguiu o seu rumo, indiferente às “coisas pequenas”, ciente de que era GRANDE! Continuando E. Lourenço. O que realmente distingue a sua obra, não só no panorama Nacional, onde o seu caso tem foros de insólito, como no contexto mais geral da cultura contemporânea, é o facto dela constituir uma meditação a que a História da Cultura, mormente a literária e espiritual, serve de mediador privilegiado e, por vezes, único. Decerto, o exemplo de um Jorge Luis Borges poderá ocorrer quando se pensa na obra de Jorge de Sena. As diferenças, porém, são bem mais significativas que uma certa exterior analogia. A Obra de Jorge Luis Borges é uma insólita expressão de cultura-ficção, de literatura da literatura, um labirinto sofisticado construído com materiais culturais ou pseudo-culturais como forma da impensabilidade radical do Tempo. O bibliotecário genial de Buenos Aires mediu como que a vacuidade dos livros e resumiu-a no mito de um Livro eterno e inacessível do qual todos procedem e ao qual todos reenviam. Num sentido preciso, a obra de Borges já não faz parte da literatura, vive dos seus limites, glosa a sua radical ilusão e o seu histórico fim. Não é exactamente deste tipo a relação de Sena com a Cultura. Esta é a vida simbólica, a experiencia ardida mas ardente dos homens, o fogo sob a cinza a que conhecimento, vigília e honesto estudo permitem aceder. Nesta fornalha sempre presente meterá as mãos como erudito para remodelar ou se inventar uma figura ou uma época conforme à sua exigência de homem actual, mas mais profundamente ainda a fantasia e a imaginação para transfigurar miticamente as sua mais fundas experiências e intuições de homem e de poeta. Por mais que na obra de Sena se manifeste a omnipresença de uma consciência superior à matéria que informa, por mais que uma dialéctica irónica, nos mostre um autor hiper-consciente dos seus dons e do domínio que sobre eles exerce, num virtuosismo sem imitadores pátrios, o jogo prodigioso que se desenrola nas suas páginas nada tem de artificioso. Esse jogo conhece-se como jogo histórico, está penetrado de ecos, disputas, e combate, alegoria e extreme realismo. O resultado é uma maquinaria literária de uma extravagancia sabiamente ordenada sob a qual corre sem fadigas uma confissão tumultuosa e límpida por interposta pessoa, confissão num sentido mais fundo que aquela que “diz” o seu óbvio pois nela se engloba a voz que o “não-diz ou o tenta, ou o diz mais alto através dos Marcos Semprónios, dos Camões ou do Físico Prodigioso, presenças perturbadas e perturbantes, do muito admirável livro que se chama NOVAS ANDANÇAS DO DEMÓNIO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre Emérito de Teoria da Literatura, Poeta, Prosador, Dramaturgo, ensaísta, ficcionista, Critico, Tradutor, que “não conseguiu” ser Profeta em sua terra, porque Jorge de Sena era Grande demais para a pequenez das mentalidades retrógradas que sobreviviam aos Coronéis do lápis azul da Censura prévia. Mas vejamos o que diz o próprio, em entrevista dada em Abril de 1968. Ainda não “havia” Maio de 1968! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há quem o acuse de susceptível e agressivo. Concorda que o é? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Resposta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Realmente? Julgava eu que esse mito já havia passado, por se ter revelado inoperante para neutralizar-me e destruir-me. Mas, se acaso sou susceptível, tenho a susceptibilidade dos exigentes e dos arfáveis, honestamente afáveis. E, se sou agressivo, é só a agressividade do muito amor. Eu não perdoo a ninguém a mediocridade, a estupidez, a vileza, a malignidade, a incultura, a suficiência, a intolerância, o espírito de compromisso, a cobardia moral, etc. &lt;br /&gt;Neste caso, não é “assim falava Zarathrusta”! É, ASSIM FALAVA E PENSAVA JORGE DE SENA, pela pena do próprio. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não é novidade para ninguém que vc. É um dos seus mais seguros admiradores. Mas a frequência com que proclama o seu talento, ou a “obrigação” e necessidade que parece sentir em proclamá-lo não denunciarão uma certa insegurança, a par, naturalmente, da recusa a falsas modéstias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É um engano total. Não sou. A Única razão pela qual parece que eu proclamo a cada instante o meu talento é porque, até muito recentemente, se eu o não fizesse, ninguém o faria. E, se eu sou agudamente sensível a todas as formas de injustiça, haveria de deixar que ela se exercesse impunemente comigo? Poucos escritores portugueses de relativo mérito deverão tão pouco à crítica como eu. De todos os sectores, o silencio ou o amesquinhamento foram de regra durante quase trinta anos. Onde está a bibliografia a meu respeito durante trinta anos? Com raras e dignas excepções, eu, durante anos, recebi apenas dedicatórias de livros ou cartas particulares, ou devotadamente admiradoras, mas onde estão os equivalentes públicos de tanta admiração dos meus ilustres camaradas? Uma ou outra dentada em prefácio, quando muito. Elogios “À CONTRE-COEUR” em histórias literárias é o mais que eu recebo, quando notórios medíocres são coroados de flores, por serem suficientemente reaccionários, ou suficientemente “dos nossos”. (dos “nossos”, entenda-se no contexto, os companhons de route do Partido Comunista). Dado que eu não acredito em nenhuma forma de imortalidade, e tenho erudição bastante para saber que cemitérios são as bibliotecas e as histórias literárias; e dado ainda que não me dou a participar de partidarismos que me ofereçam, por substituição, a ilusão da imortalidade, será bem clara a razão de exigir o re3conhecimento que me cabe pelo muito e bom que tenho feito. Tenho horror de falsas modéstias, de facto. Mas tenho ainda mais horror da mediocridade que se compraz em recusar-se a reconhecer o que a excede. Não, não sou um dos meus mais seguros admiradores. Se o fosse, seria como a maioria dos membros da vida literária portuguesa, tão satisfeitos de si mesmos que escrevem sempre um livro pior do que o anterior. O Problema não está em eu me considerar muito grande--- mas sim em os outros serem, na maioria, tão pequenos. De resto, devo acrescentar uma palavra de justiça e de grato reconhecimento: foram muitos dos pequenos que não se julgam grandes, e aos quais durante anos não dei uma palavra de correspondente louvaminha, quem honestamente, e com isenção, se ocupou mais de mim do que a critica oficial das várias chafaricas individuais ou colectivas. A eles devi, por muito tempo, um comovente incentivo que muitas vezes não recebi de amigos. E, ainda quero fazer uma pergunta: quantos escritores de categoria se têm ocupado tão largamente e tão numerosamente dos outros seus contemporâneos, como eu fiz durante trinta anos? Quantos? O mais que fazem é louvar às vezes um medíocre ou desenterrar um morto, com medo da sombra que lhes seja feita. A diferença entre mim e eles é que não temo o juízo do futuro, e não procuro tapar o sol com uma peneira. Não: a minha segurança é total e absoluta: ninguém pode destruir-me senão eu mesmo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SETE SONETOS DA VISÃO PERPÉTUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Anos sem fim, à luz do mar aceso,&lt;br /&gt;Te vi nudez quase total, tão grácil&lt;br /&gt;Figura juvenil, ambígua e fácil,&lt;br /&gt;E ao longe às vezes totalmente nua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em só relance de malícia crua.&lt;br /&gt;Tudo isso me atraia e me afastava,&lt;br /&gt;Embora a vista, retornando escrava,&lt;br /&gt;A teus lugares me tivesse preso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quase sempre então tua figura,&lt;br /&gt;Sentada estátua, ou falsa sesta impura,&lt;br /&gt;Lá era, ao sol, o tempo congelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, subitamente, tu não viste&lt;br /&gt;Ninguém senão o meu olhar quebrado,&lt;br /&gt;E com lenta inocência te despiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quantas rugas no sorriso ansiado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como velhice esta agonia desce&lt;br /&gt;Ao fundo em que me encontro só comigo.&lt;br /&gt;E quanto amor trocara então contigo&lt;br /&gt;Enfim te dando o que sonhara em anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se torna apenas máscara de enganos &lt;br /&gt;Com que te aceito, como amor antigo,&lt;br /&gt;Esse momento de ansiedade e perigo&lt;br /&gt;Que no teu rosto as rugas te recresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu sabes que de perto a juventude&lt;br /&gt;Se te queimou no acaso das entregas;&lt;br /&gt;E quanto risco a tua imagem corre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não está tão longe que me ilude,&lt;br /&gt;Nem já tão perto que de ciência chegas &lt;br /&gt;A presumir a graça que não morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, porque sabes, tua graça negas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mais! Não mais! Que eu esqueça que te tive,&lt;br /&gt;E tu me esqueças debruçado em ti!&lt;br /&gt;Que tudo seja como outrora eu vi:&lt;br /&gt;Uma figura ao longe recortada,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fina e esbelta, ou suave e alongada, &lt;br /&gt;não tão distante que me não entendas,&lt;br /&gt;nem tão perto de mim que tu me vendas,&lt;br /&gt;no mesmo corpo belo, o que não vive&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nesse teu rosto, ou sob a tua pele:&lt;br /&gt;uma malícia esplêndida, capaz&lt;br /&gt;de se entregar violenta quando a impele,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sem mais que orgulho, a força juvenil.&lt;br /&gt;Assim será que, em mim, teu corpo jaz.&lt;br /&gt;E sem nos lábios o sorriso vil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como há-de teu corpo em mim ter paz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o teu corpo foi, não imaginas:&lt;br /&gt;A juventude, a força, a agilidade,&lt;br /&gt;A fantasia obscena, a intensidade&lt;br /&gt;Com que dos gestos se constrói prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso ele foi em sonhos. Hei-de ver&lt;br /&gt;Teu corpo assim, ou como o possuí?&lt;br /&gt;Ou hei-de vê-lo como ao longe o vi?&lt;br /&gt;Ou como estatua, em lixo de ruínas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacente dormirá, estendida e pura?&lt;br /&gt;Mas como dormirás, se em mim não dorme&lt;br /&gt;O tempo que a teu rosto ainda tritura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como nos mata esta velhice enorme!&lt;br /&gt;Que vinha vindo entre nós dois, tão dura,&lt;br /&gt;Que melhor fora te tornar informe…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou sombra dúbia pela noite escura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No claro dia passas lentamente,&lt;br /&gt;Fingindo não me ver. Será que tu&lt;br /&gt;Sentiste quanto no teu corpo nu&lt;br /&gt;Não encontrei, menos que a tua, a minha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Memória de ser jovem? Adivinha&lt;br /&gt;A tua carne mais que o meu olhar-te?&lt;br /&gt;A quem tanto viveu de contemplar-te&lt;br /&gt;Te dói de te haveres dado ansiosamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, á luz do mar, ao longe te recortas.&lt;br /&gt;Vejo que fluem para ti, já mortas,&lt;br /&gt;Quantas imagens te criei, tão vivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não desejo mais do que sorrir-te.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, todavia, eu não quisera amar-te.&lt;br /&gt;Mas ter-te, sim, de todas as maneiras.&lt;br /&gt;Quem és e como és, de quem te abeiras,&lt;br /&gt;Que dizes ou não dizes, pouco importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muito menos hoje me conforta.&lt;br /&gt;Neste sorriso que dou tranquilo,&lt;br /&gt;Eu ponho num remorso tudo aquilo&lt;br /&gt;Que em fundo amor eu te pudera dar-te,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguma vez te amasse de amor fundo.&lt;br /&gt;Senta-te à luz da do mar, à luz do mundo,&lt;br /&gt;Como na vez primeira em que te vi,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão jovem, que era crime o contemplar-te.&lt;br /&gt;E despe-te outra vez, pois vêm olhar-te&lt;br /&gt;Quantos te buscam de saber-te aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo um de tantos, nunca te perdi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VII&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olhei-te por mais tempo. Ainda hei-de olhar-te,&lt;br /&gt;Quando, acabados teus lugares, partires,&lt;br /&gt;Deixando no ar o espaço de fingires&lt;br /&gt;A graça juvenil que eu devorei,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano após ano, e em meu olhar tomei&lt;br /&gt;De todos que te tinham sem te ver.&lt;br /&gt;Ainda hei-de olhar-te, se, quando morrer,&lt;br /&gt;Puder voltar aqui a procurar-te&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No espaço que deixaste. Mas não te amo,&lt;br /&gt;Não te amei nunca, e nunca te amarei.&lt;br /&gt;Não se ama nunca a quem olhamos tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem se deseja. Quando por ti clamo,&lt;br /&gt;Neste silencio em que de ti fiquei,&lt;br /&gt;Não é senão o libertar do encanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que foste ao longe, a luz do mar aceso.&lt;br /&gt;E à luz que te recorta é que estou preso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jorge de Sena, 25-02-1965&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-5230530211972203375?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/jorge-de-sena.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-1251270833296437083</guid><pubDate>Sat, 14 Nov 2009 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-14T17:12:06.176-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Conspiração</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>História</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Estudo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>Secret History of the Freemasons</title><description>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/Pa-mdPb77K0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/Pa-mdPb77K0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que seja de ajuda para ampliar o seu entendimento de alguns temas  e contradições que envolvem a Sublime Ordem, seja nos EUA ou pelo mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 150px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-1251270833296437083?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/secret-history-of-freemasons.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-888859701253320773</guid><pubDate>Sat, 14 Nov 2009 18:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-14T17:14:36.780-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Dan Brown</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ficção</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Conspiração</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Código da Vinci</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>The Lost Symbol</title><description>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/lPTGjVl4Ev0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/lPTGjVl4Ev0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este final de semana iniciei a leitura desta última novela de Dan Brown. No link da &lt;strong&gt;&lt;a target=_"blank" href="http://www.amazon.com/reader/0385504225?_encoding=UTF8&amp;go.y=7&amp;ref_=sib%5Fdp%5Fsrch%5Fpop&amp;go.x=13&amp;v=search-inside&amp;query=#reader_0385504225"&gt;AMAZON BOOKS&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; você poderá ler algumas páginas, incluindo a introdução completa (que intenta revelar alguns "segredos" da Sublime Ordem). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida que prosseguir na leitura desta novela, apresentarei alguns comentários para os leitores do Blog do SALMO133.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 150px;" src="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-888859701253320773?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/lost-symbol.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-2303068866589290009</guid><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 04:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T03:09:47.539-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Convite</category><title>POEIRAS DE BRANCO</title><description>&lt;a target="_blank" href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Pierro---capa_poeiras-796914.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 164px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Pierro---capa_poeiras-796425.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONVITE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:alberto@pierro.med.br"&gt;Alberto Sergio C. Pierro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://academiapml.blogspot.com/" target="_blank"&gt;APML &amp;ndash; Cadeira No. 08&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romance, tendo um neurocirurgião em um grande Hospital como personagem central da história . Os casos relatados (casos clínicos) são verídicos, todo o resto é ficção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cocktail de lançamento do livro "&lt;strong&gt;Poeiras de Branco&lt;/strong&gt;", próximo dia 23/11, às 19:30 hrs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Rua Eduardo Monteiro, em Santo André. (uma uma travessa da Av. Portugal, uma rua antes do Franz Café. maiores detalhes, por favor, contate o Ir. Pierro por e-mail&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-2303068866589290009?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/poeiras-de-branco.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-3040402266629800276</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 21:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T03:12:16.057-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poesia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><title>O Viralata</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/797097-749062.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 133px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/797097-749059.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que nunca fui poeta,&lt;br /&gt;Muito menos escritor,&lt;br /&gt;Mas pra contar essa história&lt;br /&gt;Desse cão que conheci,&lt;br /&gt; ___ Tinha o corpo todo branco,&lt;br /&gt; tinha o rabinho cotó,&lt;br /&gt; na cabeça a mancha escura&lt;br /&gt; que lhe cobria as orelhas___&lt;br /&gt;Minha gente eu me arrisquei&lt;br /&gt;A passar qualquer vexame&lt;br /&gt;Pra deixar aqui gravada&lt;br /&gt;A história do “Totó” !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escarcéu era enorme&lt;br /&gt;E maior ainda a sujeira.&lt;br /&gt;O odor que exalava&lt;br /&gt;Impregnava as narinas,&lt;br /&gt;E a impressão era medonha.&lt;br /&gt;Tudo era grande, era enorme,&lt;br /&gt;Era no superlativo.&lt;br /&gt;Tudo, menos o autor&lt;br /&gt;Pois não é que o estardalhaço&lt;br /&gt;Vinha de uma brincadeira&lt;br /&gt;De um trigueiro viralatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha o olhar matreiro,&lt;br /&gt;Sobre as patinhas traseiras&lt;br /&gt;Sentado, a abanar a cauda,&lt;br /&gt;O cão se divertia ao ver&lt;br /&gt;Tanta coisa ao seu redor&lt;br /&gt;Pelo chão esparramada.&lt;br /&gt;Desapontado, embora,&lt;br /&gt;Pois que não encontrara&lt;br /&gt;Uma coisa só que servisse&lt;br /&gt;Pra saciar a sua fome...&lt;br /&gt;Apenas lixo e sujeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o seu olhar criança&lt;br /&gt;Não se deixa apagar,&lt;br /&gt;Que ainda tem esperança&lt;br /&gt;De alguma coisa encontrar.&lt;br /&gt;Uma pulga atrás da orelha&lt;br /&gt;Atrevida a lhe coçar,&lt;br /&gt;Uma ferida em sua pata&lt;br /&gt;Que insiste em incomodar&lt;br /&gt;Não são motivos para o cão&lt;br /&gt;Na vida não acreditar,&lt;br /&gt;E ainda se alegra a brincar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma senhora que passa&lt;br /&gt;Vendo a sujeira da rua&lt;br /&gt;E o viralatas maroto&lt;br /&gt;Ao lado, a se espreguiçar,&lt;br /&gt;Não disfarça sua ira.&lt;br /&gt;Numa explosão bem humana,&lt;br /&gt;O nojento animal&lt;br /&gt;Ela decide expulsar.&lt;br /&gt;E o cão, pobre coitado&lt;br /&gt;Sua área de folguedos&lt;br /&gt;Se vê obrigado a mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descendo a rua, contente,&lt;br /&gt;Um garoto de família&lt;br /&gt;___ gente bem, da sociedade ___&lt;br /&gt;Vem chutando uma latinha,&lt;br /&gt;Despreocupado, a cantar,&lt;br /&gt;E o cãozinho, esperançado,&lt;br /&gt;Vê uma nova brincadeira,&lt;br /&gt;Novo amigo a conquistar.&lt;br /&gt;E lá vai ele, todo aceso,&lt;br /&gt;Rápida a cauda abanando,&lt;br /&gt;E a latinha vai buscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sai pra lá, seu viralatas,&lt;br /&gt;Cão vadio e até sarnento,&lt;br /&gt;Deixa em paz minha latinha&lt;br /&gt;Que quero, sozinho, chutar.”&lt;br /&gt;E o cãozinho, cabisbaixo,&lt;br /&gt;Uma outra brincadeira&lt;br /&gt;Decide-se a procurar.&lt;br /&gt;Mas sua tristeza é fugaz,&lt;br /&gt;De novo a cauda balança,&lt;br /&gt;É que ele viu a criança&lt;br /&gt;A latinha abandonar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá se vai o maroto&lt;br /&gt;Atrás da latinha outra vez.&lt;br /&gt;Mas não é que o garoto&lt;br /&gt;Fez aquilo de propósito&lt;br /&gt;Só pra dar uma pedrada&lt;br /&gt;No ousado viralatas&lt;br /&gt;Que sua nobre brincadeira&lt;br /&gt;Intentara interromper;&lt;br /&gt;E o cãozinho, atordoado,&lt;br /&gt;Com maltrato acostumado,&lt;br /&gt;Vai-se embora avergonhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sua ira passa logo&lt;br /&gt;Que de novo o menino&lt;br /&gt;Um gesto amigo lhe acena&lt;br /&gt;Tendo ao lado um companheiro.&lt;br /&gt;E lá se vai o cachorrinho&lt;br /&gt;Iludido de que, agora,&lt;br /&gt;O brinquedo é pra valer&lt;br /&gt;Mal sabendo, no entanto,&lt;br /&gt;Que a intenção dos meninos&lt;br /&gt;Embora lhe acenassem,&lt;br /&gt;Em nada tinham mudado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pobre cão viralatas&lt;br /&gt;Virou o centro do mundo&lt;br /&gt;Nessa infernal brincadeira;&lt;br /&gt;Pois não é que lhe amarraram&lt;br /&gt;À cauda aquela latinha&lt;br /&gt;E ainda por cima acenderam&lt;br /&gt;Assustadora bombinha &lt;br /&gt;Da qual o forte estampido&lt;br /&gt;Em meio às gargalhadas&lt;br /&gt;Se misturou aos ganidos&lt;br /&gt;Do apavorado cãozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em apressada carreira,&lt;br /&gt;Lamentando sua sorte,&lt;br /&gt;Desceu o animal a ladeira&lt;br /&gt;Acabando por perder&lt;br /&gt;Na corrida, a latinha;&lt;br /&gt;Mas eis que, sem dó, o barbante&lt;br /&gt;Que lhe amarraram na cauda&lt;br /&gt;Os dois travessos meninos,&lt;br /&gt;Sangrar a pele lhe fez,&lt;br /&gt;Mas, bastaram umas lambidas,&lt;br /&gt;Pra o assunto ele esquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alerta, de orelha em pé,&lt;br /&gt;Ouve o grito de um moleque,&lt;br /&gt;O barulho de uma bola,&lt;br /&gt;E lá se vai o maroto&lt;br /&gt;Co’a molecada brincar.&lt;br /&gt;E a história se repete&lt;br /&gt;Sendo, a bola, o viralatas,&lt;br /&gt;Que a garotada sem dó&lt;br /&gt;Não cansava de chutar, &lt;br /&gt;Enquanto o pobre coitado&lt;br /&gt;Lutava por escapar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabisbaixo e dolorido&lt;br /&gt;Decidiu, o viralatas,&lt;br /&gt;Que brincar com a garotada&lt;br /&gt;Não iria nunca mais,&lt;br /&gt;Pois em toda brincadeira&lt;br /&gt;Que se atrevera a entrar&lt;br /&gt;Todo mundo se alegrava&lt;br /&gt;E ria despreocupado,&lt;br /&gt;Só ele é que não entendia&lt;br /&gt;Onde estava, nisso, a graça&lt;br /&gt;Que doído ele saía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fizera um escarcéu&lt;br /&gt;Naquela lata de lixo&lt;br /&gt;E fora expulso da rua;&lt;br /&gt;Correra atrás da latinha&lt;br /&gt;E tivera a cauda a sangrar;&lt;br /&gt;Sem falar no baita susto&lt;br /&gt;Por causa da tal bombinha.&lt;br /&gt;Todo doído e faminto,&lt;br /&gt;Esquecer as brincadeiras&lt;br /&gt;E tratar logo do almoço&lt;br /&gt;Decide o alegre cãozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma hora uma pedrada&lt;br /&gt;Outra hora o “sai pra lá”,&lt;br /&gt;E assim transcorria a vida &lt;br /&gt;Daquele cão solitário &lt;br /&gt;Que, apesar do que sofria, &lt;br /&gt;Achava a vida alegre,&lt;br /&gt;E valia ser vivida,&lt;br /&gt;Pois sempre achava comida,&lt;br /&gt;Sempre matara sua sede,&lt;br /&gt;E um canto qualquer lhe servia&lt;br /&gt;À noite, como guarida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhar aceso e matreiro,&lt;br /&gt;Uma lição de otimismo&lt;br /&gt;Era a lida do cãozinho,&lt;br /&gt;Uma verdadeira criança&lt;br /&gt;A espalhar confiança&lt;br /&gt;Na vida que se apresenta,&lt;br /&gt;Sabendo quando esquecer&lt;br /&gt;Os maltratos recebidos,&lt;br /&gt;E também perdoar,&lt;br /&gt;Mostrando que o amor&lt;br /&gt;É o sentimento maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que no amor se engloba a dor,&lt;br /&gt;A alegria e a confiança,&lt;br /&gt;A lembrança e o perdão,&lt;br /&gt;E é, sobretudo, no amor&lt;br /&gt;Que se alimenta a esperança,&lt;br /&gt;A chama que nos faz crer&lt;br /&gt;Que dias melhores virão,&lt;br /&gt;Pois viver sem esperança,&lt;br /&gt;Sem sonhos, sem amor,&lt;br /&gt;É só passar pela vida&lt;br /&gt;Sem realmente viver!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa era a filosofia&lt;br /&gt;De um cão, errante e vadio,&lt;br /&gt;E era bem superior&lt;br /&gt;À de muita gente bem,&lt;br /&gt;Que só reclama da vida&lt;br /&gt;E constantemente se esquece:&lt;br /&gt;De tudo que se recebe&lt;br /&gt;Logo, o bem é esquecido&lt;br /&gt;Só o mal é que é lembrado.&lt;br /&gt;Justamente o contrário&lt;br /&gt;Do que demonstrava o cãozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um dia, distraído,&lt;br /&gt;O pobre viralatas&lt;br /&gt;Ao fugir de uma pedrada,&lt;br /&gt;Nas rodas de um caminhão&lt;br /&gt;O seu fim ele encontrou.&lt;br /&gt;Ninguém sentiu sua agonia,&lt;br /&gt;Ao contrário, reclamavam&lt;br /&gt;Do transtorno que causava&lt;br /&gt;O animal ali no asfalto&lt;br /&gt;Obrigando a desviar&lt;br /&gt;Todo o trânsito da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que ninguém sabia&lt;br /&gt;É que o pobre animalzinho&lt;br /&gt;Assustado com o alvoroço&lt;br /&gt;Ali, no meio da rua,&lt;br /&gt;Ainda assim não se queixava&lt;br /&gt;Do triste fim que avizinhava;&lt;br /&gt;Não chorava suas dores,&lt;br /&gt;Não reclamava da vida,&lt;br /&gt;Nem se assustava com a morte.&lt;br /&gt;Até esquecera as pedradas&lt;br /&gt;E a todos perdoava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que naquela hora&lt;br /&gt;O viralatas mais sentia&lt;br /&gt;Era a falta de um amigo&lt;br /&gt;Que lhe coçasse a cabeça,&lt;br /&gt;Que lhe fizesse um afago,&lt;br /&gt;Que o levasse pra bem perto&lt;br /&gt;Da molecada da rua,&lt;br /&gt;Que o cãozinho não queria&lt;br /&gt;Ser estorvo pra ninguém,&lt;br /&gt;Mormente naquela hora&lt;br /&gt;Em que ele se despedia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais me comoveu&lt;br /&gt;Foi ver o animalzinho&lt;br /&gt;Que a vida só maltratou,&lt;br /&gt;Sentindo a morte chegar,&lt;br /&gt;Pra demonstrar que ainda amava&lt;br /&gt;Ao mundo que o rejeitou,&lt;br /&gt;Em um esforço supremo&lt;br /&gt;Apesar do que sentia,&lt;br /&gt;Sua cauda ele abanou&lt;br /&gt;E assim permaneceu&lt;br /&gt;Até que a morte o levou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que nunca fui poeta,&lt;br /&gt;Muito menos escritor,&lt;br /&gt;Mas pra contar essa história&lt;br /&gt;Desse cão que conheci,&lt;br /&gt; ___ Tinha o corpo todo branco,&lt;br /&gt; tinha o rabinho cotó,&lt;br /&gt; na cabeça a mancha escura&lt;br /&gt; que lhe cobria as orelhas___&lt;br /&gt;Minha gente eu me arrisquei&lt;br /&gt;A passar qualquer vexame&lt;br /&gt;Pra deixar aqui gravada&lt;br /&gt;A história do “Totó” !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:alberto@pierro.med.br"&gt;Alberto Sergio C. Pierro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://academiapml.blogspot.com/" target="_blank"&gt;APML &amp;ndash; Cadeira No. 08&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-3040402266629800276?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/o-viralata.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-4942675241585037416</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 20:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T03:13:40.611-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poesia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><title>Só por Brincadeira</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/797020-733771.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 133px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/797020-733769.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por brincadeira,&lt;br /&gt;Vou chegar sorrateiro&lt;br /&gt;Assim como quem não quer nada,&lt;br /&gt;Abraçando-te por trás&lt;br /&gt;Sussurrando baixinho&lt;br /&gt;Palavras de arrepiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por brincadeira,&lt;br /&gt;Minha mão atrevida&lt;br /&gt;Assim como quem não quer nada&lt;br /&gt;Se insinua por teus seios&lt;br /&gt;Alisando de mansinho,&lt;br /&gt;Toques de arrepiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por brincadeira,&lt;br /&gt;Minha boca sequiosa&lt;br /&gt;Assim como quem não quer nada&lt;br /&gt;Põe a língua maliciosa&lt;br /&gt;A explorar-te a nuca&lt;br /&gt;Úmida de arrepiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por brincadeira&lt;br /&gt;Minhas pernas serpenteiam&lt;br /&gt;Assim como quem não quer nada&lt;br /&gt;Por entre tuas pernas nuas&lt;br /&gt;Se insinuam entreabrindo-as&lt;br /&gt;Em promessas de arrepiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por brincadeira&lt;br /&gt;Minha roupa cai ao chão&lt;br /&gt;Assim como quem não quer nada&lt;br /&gt;Deslizando tuas roupas&lt;br /&gt;Cobrindo-te com minha nudez&lt;br /&gt;Em gozos de arrepiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:alberto@pierro.med.br"&gt;Alberto Sergio C. Pierro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://academiapml.blogspot.com/" target="_blank"&gt;APML &amp;ndash; Cadeira No. 08&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-4942675241585037416?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/so-por-brincadeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-7582181570412107859</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T03:15:01.207-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Poesia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><title>A ESCADA</title><description>&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/797009-777757.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/797009-777755.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:alberto@pierro.med.br"&gt;Alberto Sergio C. Pierro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;a href="http://academiapml.blogspot.com/" target="_blank"&gt;APML &amp;ndash; Cadeira No. 08&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="style1"&gt;Os cabelos em desalinho pelo recente despertar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O corpo ainda mole, o gosto de guarda chuva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A incomodar-me a boca seca, os p&amp;eacute;s a arrastar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O velho chinelo de couro,  custei a atender&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O som conhecido da velha escada a ranger&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As largas t&amp;aacute;buas sob o peso de algu&amp;eacute;m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ritmicamente, os passos subiram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Cansados, vencendo a distancia e altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Antes mesmo de meus olhos verem,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em sobressaltos, sentiu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A meiga e doce presen&amp;ccedil;a dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A boca secou-me ainda mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os pelos se eri&amp;ccedil;aram estimulados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pelas lembran&amp;ccedil;as de dias atr&amp;aacute;s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Senti meu corpo enrijecer-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Teso, de id&amp;eacute;ias pleno,  ansioso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Como a antever horas de del&amp;iacute;rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Lux&amp;uacute;ria, prazer carnal desenfreado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louco e amoral, explos&amp;atilde;o e &amp;ecirc;xtase.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="style1"&gt;Seu perfume inundou-me os sentidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Sua pernas esguias por Deus esculpidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Terminaram a subida, e pude v&amp;ecirc;-la!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ah! Divinal imagem, anjo e dem&amp;ocirc;nio,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Tempestade e calmaria, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Com que ardor me inebria o ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Tomo-lhe as m&amp;atilde;os &amp;ndash; delicadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Aperto-a contra mim &amp;ndash; que corpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Sinto-me crescer, explodir &amp;ndash; tes&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Exploro o conhecido terreno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  De seu corpo macio e quente &amp;ndash; vol&amp;uacute;pia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Mais que tirar, arranco-lhe, as vestes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em justificada pressa &amp;ndash; anseio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Minha l&amp;iacute;ngua serpenteia-lhe a pele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Queimada e dourada pelo sol &amp;ndash; ver&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O gosto de mar e desejo se misturam&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="style1"&gt;Ofegante atiro-a sobre os len&amp;ccedil;&amp;oacute;is&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  E o resto que havia de suas vestes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  J&amp;aacute; n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais, apenas ela e eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nossa nudez namora indiferente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ao mundo, &amp;agrave; l&amp;oacute;gica, &amp;agrave; raz&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nossas m&amp;atilde;os afoitas mergulham&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Alisam, arranham, apertam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Cada parte, cada lado, cada profundidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ah! Cada profundidade, reentr&amp;acirc;ncia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Relevo, pelo, bico, pele, nuca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nada escapa &amp;agrave;quela explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Louca, &amp;aacute;vida, sequiosa e apressada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Seu peso &amp;eacute; leve sobre o meu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Meu corpo &amp;eacute; pecado sobre o seu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Meus olhos se divertem com os dela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Enquanto minhas m&amp;atilde;os passeiam donas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Daquele corpo que se contorce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Cada curva, monte, o que seja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &amp;Eacute; cuidadosamente acariciado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Prolongando o prazer, adiando o &amp;ecirc;xtase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Suas pernas se afastam facilitando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  E meus dedos n&amp;atilde;o se fazem de rogado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Alisam, entram, saem, tornam a entrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Molhados j&amp;aacute; de lux&amp;uacute;ria e prazer&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="style1"&gt;Seu corpo se vira e me inebrio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ante aquela milagrosa vis&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Po&amp;ccedil;o de virtudes e de pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Angelical formosura que molha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Escultural pecado que seca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  At&amp;eacute; o n&amp;atilde;o poder mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Sinto-me explorado, felinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  M&amp;atilde;os que me percorrem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nas mais &amp;iacute;ntimas partes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Cres&amp;ccedil;o, subo, molho, gemo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Sem medo, sem vergonha, teso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A l&amp;iacute;ngua &amp;uacute;mida passeia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Explora, molha, engole, serpenteia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segura, judia, pune, premia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Morde, beija, pede, foge!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="style1"&gt;E chave que &amp;eacute; carne procura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A fechadura que &amp;eacute; gruta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  E entra, e abre, e gira, e queima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  E &amp;eacute; loucura na lucidez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &amp;Eacute; reza no pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &amp;Eacute; sede no mar, &amp;eacute; vento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Na pradaria, &amp;eacute; onda na praia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Que vai e vem, e torna a voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Recua e investe, seca e molha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  At&amp;eacute; n&amp;atilde;o ser mais que exaust&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Respirar ofegante, lassid&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Suor desgrenhado, sexo saciado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pernas soltas, seios molhados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Licor derramado, arfando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pedindo perd&amp;atilde;o e querendo de novo!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="style1"&gt;A &amp;aacute;gua que escorre na nudez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A espuma que alaga o ch&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Retira a esperan&amp;ccedil;a que era tanta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Perfuma a pressa que &amp;eacute; pouca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A seda que cobre a pintura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Faz sumir a escultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  At&amp;eacute; a escada cantar novamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Levando tanto de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Restando s&amp;oacute; a saudade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  E a esperan&amp;ccedil;a de novamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ouvir as largas t&amp;aacute;buas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Gemerem sob o peso de algu&amp;eacute;m&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  E como nova aurora que chega&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Come&amp;ccedil;ar tudo de novo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  At&amp;eacute; a escada vencer em por de sol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Pierro-777342.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 167px;" src="http://www.salmo133.org/s133/blog/uploaded_images/Pierro-777289.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; O novo livro de poesias do Ir. Pierro, &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;&lt;strong&gt;Flamboyant&lt;/strong&gt;&amp;quot; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;j&amp;aacute; na editora, dever&amp;aacute; ser lan&amp;ccedil;ado em meados de maio de 2010.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-7582181570412107859?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/11/escada.html</link><author>noreply@blogger.com (Kleber)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-6510020539323037371</guid><pubDate>Sun, 25 Oct 2009 18:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-25T17:52:07.005-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amor fraternal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Bíblia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cristianismo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amor</category><title>Verdadeiro Amor (True Love)</title><description>&lt;object width="394" height="222" align="middle"&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#cccccc" /&gt;&lt;param name="align" value="middle" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="type" value="application/x-shockwave-flash" /&gt;&lt;param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;param name="FlashVars" value="xmlfile=http://www.second.org/pages/flash/mediaitem.aspx?MID=3244c0f4-51e0-4a37-8645-f6fa97a34bbf&amp;xmlfiletype=Default" /&gt;&lt;embed src="http://www.second.org/flash/photoalbums/mediacenter.swf" quality="high" bgcolor="#cccccc" width="394" height="222" align="middle" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" FlashVars="xmlfile=http://www.second.org/pages/flash/mediaitem.aspx?MID=3244c0f4-51e0-4a37-8645-f6fa97a34bbf&amp;xmlfiletype=Default" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo acima apresenta uma excelente análise de 1o. Coríntios 13 e desejo compartilhar com você os ensinamentos nele apresentados sobre fé, esperança e caridade (amor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é o meu especial convidado para assistir esta mensagem que muito profundamente tocou o meu coração e mente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.second.org/en/Woodway.aspx" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.salmo133.org/s133/Album/Kleber_2003_p.jpg" alt="Kleber Siqueira"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha uma excelente e abençoada semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kleber Siqueira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-6510020539323037371?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/10/verdadeiro-amor-true-love.html</link><author>noreply@blogger.com (BLOG DO SALMO133)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2502044464534191252.post-7405489189666938899</guid><pubDate>Sun, 25 Oct 2009 17:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-25T15:47:25.836-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Cultura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Templo de Salomão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>História</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maçonaria</category><title>O Templo do Rei Salomão - Animação gráfica</title><description>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/lFnWTz-7I0E&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/lFnWTz-7I0E&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo acima reconstrui com recursos da tecnologia gráfica digital e riqueza de detalhes o Templo construido pelo Rei Salomão para honra e glória de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa viagem à cidade de Jerusalém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2502044464534191252-7405489189666938899?l=www.salmo133.org%2Fs133%2Fblog' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.salmo133.org/s133/blog/2009/10/o-templo-do-rei-salomao_25.html</link><author>noreply@blogger.com (BLOG DO SALMO133)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>